Aracaju (SE), 22 de outubro de 2021
POR: Ascom Onco Hematos
Fonte: Ascom Onco Hematos/ Âncora Adm Comunicação Ltda
Em: 15/09/2021 às 12h49
Pub.: 15 de setembro de 2021

Dia Mundial da Conscientização sobre Linfomas: Hematologista alerta para tipos de linfomas e principais sintomas


Lucas de Menezes, hematologista da Onco Hematos (Foto: Ascom Onco Hematos)

Lucas de Menezes, hematologista da Onco Hematos (Foto: Ascom Onco Hematos)

Neste dia 15 de setembro, Dia Mundial da Conscientização sobre Linfomas, a Clínica Onco Hematos alerta para os tipos de linfomas e os principais sintomas da doença. De acordo com o hematologista da Onco Hematos, Lucas de Menezes, o linfoma ocorre quando as células normais do sistema linfático sofrem mutações e passam a se multiplicar sem parar, disseminando-se pelo organismo.


“O linfoma é um câncer do sangue, assim como a leucemia. Os linfomas surgem em geral através de mutações genéticas e podem acometer vários órgãos. A forma mais característica que ele aparece é através do aumento dos linfonodos, as conhecidas ínguas, que começam a aparecer e vão aumentando de tamanho”, alertou o médico, destacando ainda que as ínguas surgem na maioria das vezes no pescoço, nas axilas ou nas virilhas.


Há dois tipos principais de linfomas, que são divididos em diversos subtipos: linfoma de Hodgkin e linfoma não Hodgkin (esse é mais agressivo).


Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), em Sergipe, estima-se que 60 novos casos de Linfoma não Hodgkin sejam identificados em homens e 40 novos casos em mulheres. Com relação aos casos de Linfoma de Hodgkin, a estimativa é que 30 homens sejam diagnosticados com a doença no estado, e menos de 20 mulheres terão a doença.


Sintomas
Além do aparecimento das ínguas, Dr. Lucas alerta para o aparecimento de outros sintomas comuns relativos à doença. “Febre de origem indeterminada pode ser um sintoma de linfoma. Perda de peso inexplicada. Suor exagerado no final da tarde ou a noite também é uma alerta”, acrescentou o hematologista, informando ainda que o diagnóstico da doença é feito através de biópsia do tecido acometido.


Tratamento
Em geral, os tratamentos mais comuns são feitos por quimioterapia e, às vezes, a quimioterapia associada à radioterapia ou imunoterapia, dependendo do avanço da doença.

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