Aracaju (SE), 16 de setembro de 2021
POR: Assessoria de Imprensa Unit
Fonte: Assessoria de Imprensa Unit
Em: 27/07/2021 às 13h01
Pub.: 27 de julho de 2021

Conteúdo viral e segurança na rede: professor faz orientações


Em 2020, o FaceApp dominou a web com seu efeito de envelhecimento. Após quase um ano, surge o aplicativo Voilá Al Artist.


O meio virtual é movido pela visualização e pelo conteúdo viral. Em 2020, as redes sociais foram invadidas por fotografias de pessoas com efeito de envelhecimento. O FaceApp dominou a web. Após quase um ano, surge o aplicativo Voilá Al Artist. Nesse caso, a fotografia real é transformada em um desenho 3D. Para entrar na brincadeira, muitos dos usuários refletem sobre a segurança do uso desses aplicativos. 


Professor Manoel Dantas Macedo Filho, Mestre em Educação e especialista em sistemas e aplicações web (Foto: Assessoria de Imprensa Unit)

Professor Manoel Dantas Macedo Filho, Mestre em Educação e especialista em sistemas e aplicações web (Foto: Assessoria de Imprensa Unit)

O professor Manoel Dantas Macedo Filho, Mestre em Educação e especialista em sistemas e aplicações web, revela que suas pesquisas não apontaram nenhuma anormalidade quanto ao uso de aplicativos como o Voilá Al Artist. Contudo, os usuários devem estar atentos a alguns pontos. 


“Como entusiasta da área tecnológica, artes e novas mídias, vi com surpresa o aplicativo “Voilá Al Artist”, e antes de usar pesquisei muito sobre sua integridade, principalmente em fóruns de especialistas de segurança e, aparentemente, não vi nada fora do normal. Mas, é preciso que os usuários sempre se preocupem com a segurança de seus dados, não armazenando números de cartão de crédito ou de contas bancárias em seus dispositivos mobile e determinando sempre senhas diferentes para cada aplicativo que instala”, orienta o professor Me. Manoel Dantas Macedo Filho.


Embora divertido, será que esses aplicativos provocam um risco? Um dos principais receios de alguns usuários está relacionado ao uso de sua imagem para outros fins. Apesar da Constituição prever o direito de imagem, durante a instalação do aplicativo, é importante dar uma atenção aos critérios. 


“A maioria das pessoas só clicam nos botões de ‘OK’ e nunca leem o contrato que além de definirem a utilização da ferramenta também informa sobre as obrigações de quem utiliza. Se as ilustrações finais, que são criadas pelo aplicativo, tiverem o embasamento da cessão de direitos, existe a possibilidade de serem utilizadas, mas sempre dentro do que permite a lei. Nesse sentido, por mais que seja divertido, se a preferência maior é na preservação da sua imagem, a melhor opção é pensar duas vezes na hora de usar esses tipos de aplicativos”, destaca o professor.


De acordo com ele, o mercado digital e as “necessidades” do público virtual são estímulos para a sobrevivência dos aplicativos. Hoje, o FaceApp parece ter caído no esquecimento e um outro já domina a rede. Assim, as empresas buscam sempre a novidade com o intuito de ser viral e conseguir uma abrangência maior de usuários. Para os que têm receio de usar o meio virtual, mas querem entrar na brincadeira, o professor Me. Manoel Dantas Macedo Filho faz algumas sugestões.


“Para aqueles mais receosos desse mundo tecnológico que desejam possuir seus retratos como caricaturas, pinturas criativas ou ilustrações em estilos diferenciados, a dica é fazer uso dos muitos artistas (talentos em carne e osso) que temos espalhados por aí. Só em Aracaju temos centenas e com certeza alguns são felizes egressos da Universidade Tiradentes”, conclui.

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