Quando o microfone só enxerga uma caçamba :: Por Fausto Leite
Há um tipo de jornalismo que não precisa mentir para distorcer a realidade. Basta escolher onde colocar a lupa. Perguntar se Valmir de Francisquinho, Emília Corrêa e Ricardo Marques poderiam subir juntos na mesma caçamba é uma pergunta legítima. O problema é fazer essa pergunta como se apenas aquele lado da política sergipana tivesse passado, divergências e reconciliações para explicar. Ricardo, ao declarar apoio a Valmir, disse claramente que foram adversários políticos, não inimigos. Houve críticas, choque eleitoral, divergência de estratégia e acusações políticas entre os grupos. Isso merece ser lembrado. Mas jornalismo sério não escolhe metade da memória que lhe convém.
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