21 de fevereiro de 2020
POR: Aldaci de Souza
Fonte: Rede Alese
Em: 21/02/2020 às 00h00

Luciano Bispo diz que transparência e respeito o levaram à reeleição


O presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe, deputado Luciano Bispo de Lima (MDB), recebeu na quinta-feira, 20, em seu gabinete, o diretor de Comunicação da Alese, Marcos Aurélio Costa, à coordenadora da Rede Alese, Rosângela Dória, o jornalista Júnior Ventura e o repórter – fotográfico Jadilson Simões, para uma entrevista especial, após ter sido eleito pela quarta vez à presidência da Casa.


Luciano Bispo diz que transparência e respeito o levaram à reeleição (Foto: Jadilson Simões/ Rede Alese)

Luciano Bispo diz que transparência e respeito o levaram à reeleição (Foto: Jadilson Simões/ Rede Alese)


O deputado destacou a importância dos colegas parlamentares e do Governo do Estado, para que obtivesse êxito na eleição realizada na tarde da quarta-feira, 19. “Primeiro eu quero agradecer à Deus e aos colegas. Agradecer também ao Governo do Estado porque ninguém é presidente desta Casa sem a somação de todos. Aqui é a casa dos iguais e eu pratico isso, não apenas falo, o que levou ao entendimento dos colegas para que aprovassem o meu nome para a reeleição de presidente da Assembleia”, ressalta lembrando que são 24 deputados com os mesmos poderes e a mesma força política.


Visivelmente feliz e grato, o presidente enfatizou o reconhecimento dos parlamentares, servidores e da população, quanto a sua gestão à frente da Assembleia Legislativa de Sergipe. “É muito bom ter esse reconhecimento e nós procuramos agir com muita transparência, tranquilidade e respeito junto aos sergipanos. Estou muito feliz”, reitera acrescentando ter ficado muito emocionado no momento da proclamação do seu nome para comandar a Alese por mais dois anos.


Experiência
Indagado pela jornalista Rosângela Dória sobre como fazer para assumir ao mesmo tempo o papel institucional da presidência, com a sociedade e de diálogo junto ao governo e aos poderes, Bispo assegurou que a sua experiência política é um fator determinante para conciliar de maneira tranquila.


“Eu faço política há muitos anos, o meu comportamento é o mesmo como cidadão e como político. Sempre fui um político de diálogo; nunca fui de extrema esquerda ou de direita, sou de centro. Como venho do Executivo, também tive a tranquilidade de comandar a Casa. E eu tenho muita tranquilidade para dialogar com os pares, com os poderes e com o povo. Não podemos pensar na Assembleia, no Tribunal de Contas, no Tribunal de Justiça, no Ministério Público e não pensar no povo. O que não podemos é fraquejar e mentir”, entende.


Luciano Bispo costuma dizer que não usa as palavras para esconder os pensamentos. Na entrevista Marcos Aurélio perguntou se isso ajuda ou atrapalha em alguns momentos. “Eu não sei esconder o que penso, sou um cara muito transparente e quando eu digo que posso fazer eu faço, mas também sei dizer não; sei ouvir os dois lados. A oposição tem que ser respeitada igual à situação. Eu sou simples, não tenho vaidade”, garante lembrando que em alguns momentos é preciso ter paciência.


Reforma da Previdência
Reafirmando ser a favor das reformas no sentido de trazer melhorias para a sociedade, o presidente da Alese lembrou que a Casa teve um papel importante.


“A Assembleia fez movimentos para que os nossos servidores sofressem menos. A Reforma da Previdência é dolorida, mas é necessária. Temos 32 mil servidores aposentados e 29 mil na ativa. Como pagar isso? Não fecha; dois mais dois é quatro em qualquer lugar do mundo. E de onde só tira e não entra, falta. Tenho consciência que fizemos aqui uma reforma menos dolorida”, diz acrescentando ter recebido representantes de várias categorias e levou os pleitos ao governador Belivaldo Chagas, tendo sido reconhecido por profissionais principalmente da Segurança Pública.


Governador
Sobre a possibilidade de disputar o Governo do Estado, Luciano Bispo foi enfático: “Eu acho que todos nós acalentamos o sonho de ser governador de Sergipe. Eu não quero é me iludir, pois tenho os pés no chão. Se Deus apontar e se me derem a oportunidade de competir dentro de um padrão e de um sistema que eu possa disputar, eu me disponho, mas se não der certo, não vou me frustrar. Eu sou feliz, faço política porque gosto, não tenho medo”, adianta.

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