Editorial: Entre a oposição em chamas, a situação em tensão e a imprensa com o galão de gasolina :: Por Fausto Leite
A política sergipana entrou naquela fase em que ninguém mais finge normalidade. A tensão está exposta nos discursos atravessados, nos silêncios estratégicos e nas alianças que rangem como porta de casa antiga. Não é crise declarada, mas também passou longe da harmonia. É o momento clássico em que todos dizem estar juntos enquanto disputam espaço, futuro e narrativa.
No campo da situação, o nó tem nome claro. Fábio Mitidieri decidiu jogar antes da hora. Formalizou cedo sua reeleição, confirmou Jeferson Andrade como vice e anunciou seus nomes ao Senado em etapas. Primeiro André Moura. Depois Alessandro Vieira. O movimento foi calculado, mas acionou um curto-circuito previsível.
Colocar André Moura e Alessandro Vieira no mesmo tabuleiro reacendeu um conflito que...
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