Aracaju (SE), 01 de dezembro de 2021
POR: Assessoria Maria Mendonça
Fonte: Assessoria Maria Mendonça
Em: 18/10/2021 às 09h19
Pub.: 18 de outubro de 2021

PL propõe que Itabaiana seja considerada "Capital do Primeiro Milagre de Santa Dulce dos Pobres"


Iniciativa, de autoria da deputada Maria Mendonça, já foi protocolada na Assembleia Legislativa.


PL propõe que Itabaiana seja considerada "Capital do Primeiro Milagre de Santa Dulce dos Pobres" (Foto: Assessoria Maria Mendonça)

PL propõe que Itabaiana seja considerada "Capital do Primeiro Milagre de Santa Dulce dos Pobres" (Foto: Assessoria Maria Mendonça)

Protocolado na Assembleia Legislativa, Projeto de Lei que confere ao município de Itabaiana, o Título de “Capital do Primeiro Milagre de Santa Dulce dos Pobres”. A iniciativa é da deputada estadual Maria Mendonça (PSDB). Ao justificar a proposta, a parlamentar lembrou que o primeiro milagre da Santa, canonizada em 2019, ocorreu em Itabaiana quando as orações feitas pelo padre José Almir Menezes, em nome de irmã Dulce, fizeram cessar uma hemorragia na paciente Claudia Cristina dos Santos, depois de dar à luz ao seu segundo filho.


Conta-se que a paciente, moradora de Malhador, sofreu por 18 horas em decorrência de complicações clínicas, fato que obrigou a equipe médica a fazer três procedimentos cirúrgicos, sem sucesso. O sangue só estancou após a chegada do padre, que era devoto de Dulce, pedir a intercessão da religiosa, em um dos leitos do hospital e maternidade São José, onde a paciente estava. “Naquela época, o hospital não possuía UTI e era dirigido pela congregação da qual a irmã Dulce fazia parte”, ressaltou Maria, destacando que dois relatórios médicos apontavam para um quadro gravíssimo de hemorragia, onde as possibilidades de tratamento haviam se esgotado”.


Maria salientou que, após ouvir do médico que “só um milagre a salvaria”, a irmã do padre Almir o chamou e, de pronto, com a imagem da religiosa nas mãos, perguntou se paciente acreditava que Irmã Dulce poderia interceder. Ela disse que sim e a partir daí, iniciou-se uma corrente de oração, resultando no estancamento do sangue e na recuperação de Claudia, que já havia sido desenganada”. A deputada recordou que o caso foi analisado por dez médicos brasileiros e seis italianos, sem que houvesse qualquer explicação científica que justificasse, tanto a sobrevivência como a breve recuperação da sergipana.

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