19 de setembro de 2019
POR: SES/SE
Fonte: SES/SE
Em: 19/09/2019 às 00h00

Dengue: o cenário atual aponta 8.658 casos notificados, 5.534 casos prováveis, 3.644 confirmados e 12 óbitos


Nesta quinta-feira, 19, em atenção ao convite da deputada Goretti Reis, a diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Mércia Feitosa, palestrou na Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe (Alese) acerca do panorama atual da dengue. Na oportunidade, a diretora falou, ainda, sobre a zika e a chikungunya. Para a dengue, o cenário atual aponta 8.658 casos notificados, 5.534 casos prováveis, 3.644 confirmados e 12 óbitos. Com relação à chikungunya foram registrados, até o momento, 50 casos. Para a zika não houve confirmação até a semana epidemiológica 34/2019.


Dengue: o cenário atual aponta 8.658 casos notificados, 5.534 casos prováveis, 3.644 confirmados e 12 óbitos (Foto: Flávia Pacheco/ SES/SE)

Dengue: o cenário atual aponta 8.658 casos notificados, 5.534 casos prováveis, 3.644 confirmados e 12 óbitos (Foto: Flávia Pacheco/ SES/SE)


“Foi um convite extremamente propício e importante que a Secretaria atendeu de pronto para trazer a discussão para essa casa que têm condições de, também, estar somando e ajudando os gestores estaduais nesse combate. Então, trouxemos o panorama atual mostrando como está o cenário para a dengue, a perspectiva de final de ano e inicio de 2020, além de informar quais são as estratégias que o Estado já está desenvolvendo junto aos municípios e as novas propostas que levaremos aos municípios e aos profissionais de saúde”, comentou a diretora.


De acordo com Mércia, o controle do Aedes Aegypti é uma força tarefa que inclui diversos atores e ações estratégicas. “Realizamos as campanhas publicitárias como o mote “Dengue Mata”, qualificamos os profissionais da Atenção Primária e da Rede Hospitalar, instituímos a ação da Brigada Itinerante nos municípios com alto risco de infestação e publicizamos as informações através dos informes epidemiológicos”, comentou.


As últimas semanas epidemiológicas apresentaram redução no número de casos e com o engajamento da população e a continuidade das ações de campo no combate ao vetor, essa redução será ampliada. “Uma prova disso foi o resultado do último levantamento do índice rápido. Houve a saída de 26 municípios em alto risco para 10, através da intensificação das ações com a Brigada Itinerante, e a participação da sociedade”, reforçou Mércia.


Conforme o quinto Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti (LIRAa), realizado de 2 a 6 de setembro, os municípios que estão com alto risco de infestação são: Capela, Itabaiana, Japoatã, Nossa Senhora da Glória, Porto da Folha, Riachão do Dantas, Ribeirópolis, Salgado, Simão Dias e Tomar do Geru. Já São Domingos e General Maynard que estavam com risco alto de infestação foram para baixo risco e os outros 14 encontram-se, agora, com risco médio.


Para a deputada Goretti Reis a dengue, a chikungunya, são um problema de saúde pública que precisa da intervenção tanto por parte dos municípios como também dos cidadãos. “A gente sabe que a cada dia que passa mais pessoas estão morrendo pela questão da dengue, como também o número de casos notificados, confirmados, está muito superior ao dos últimos anos, o que preocupa e assusta. É preciso a intervenção por parte dos municípios, como também do cidadão, para que ele cuide do seu ambiente domiciliar e seja um colaborador na redução do número de casos. Se cada um não fizer o seu papel, infelizmente, alguém que nem tem a culpa, que faz a sua parte, pode ser acometido pela doença, chegar, efetivamente, a perder um ente querido, uma familiar, porque o mosquito não fica só no ambiente daquele que não teve o cuidado, ele vai de disseminar por vários outros locais levando a doença a outras pessoas”, disse a deputada.

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