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Aracaju (SE), 11 de julho de 2026
POR: Assessoria Maria Mendonça
Fonte: Assessoria Maria Mendonça
Em: 18/04/2022 às 12:16
Pub.: 18 de abril de 2022

Maria Mendonça revela preocupação com número de jovens afetados emocionalmente com retorno das aulas presenciais

A deputada estadual Maria Mendonça (PDT) revelou preocupação com os casos de depressão e ansiedade desencadeados em estudantes, especialmente crianças e adolescentes, no retorno às aulas presenciais. “Nos últimos dias, temos acompanhado uma série de informações, vindas de diversas partes do país, com relatos de alunos que precisaram receber apoio psicológico. Isso é muito sério e carece de um olhar cuidadoso por parte da família, da escola e do poder público para que as doenças de ordem mental sejam evitadas”, afirmou Maria.

Maria Mendonça revela preocupação com número de jovens afetados emocionalmente com retorno das aulas presenciais (Foto: Assessoria Maria Mendonça)

Maria Mendonça revela preocupação com número de jovens afetados emocionalmente com retorno das aulas presenciais (Foto: Assessoria Maria Mendonça)

A deputada destacou a necessidade de se estabelecer ações articuladas junto ao Governo, através das Secretarias de Educação e Saúde para que sejam implementadas medidas que garantam assistência à essas crianças e adolescentes. “O retorno às aulas faz parte de um contexto social que precisa ser levado em conta, pois se trata de uma retomada de hábitos e comportamentos que assustam e geram insegurança e incertezas”, afirmou a deputada.

Maria destacou que, durante e após o isolamento social, o número de jovens com sintomas de ansiedade e depressão cresceu assustadoramente. “Muitos já tinham predisposição e outros passaram a apresentar. Nesse período, ouvimos relatos de profissionais da saúde sobre as lotações em consultórios e unidades de saúde por essa camada tão expressiva e importante da população em busca de apoio e tratamento”.

A parlamentar lembrou que, no pico da pandemia da Covid-19, pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e da Universidade Federal Fluminense (UFF) já discutiam como o vírus afetaria a saúde mental, apontando alterações neurais, imunes e endócrinas relacionadas à infecção e ao distanciamento social, o que poderia contribuir para distúrbios psicológicos. “É exatamente o que estamos vivenciando hoje”, disse Maria.

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