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Aracaju (SE), 15 de setembro de 2026
POR: Ascom/Valmir de Francisquinho
Fonte: Ascom/Valmir de Francisquinho
Em: 15/09/2026 às 14:42
Pub.: 15 de setembro de 2026

"Saúde de Sergipe você vê que está um caos absoluto", diz Valmir de Francisquinho em entrevista à TV Atalaia

“Saúde de Sergipe você vê que está um caos absoluto”, diz Valmir de Francisquinho em entrevista à TV Atalaia - Foto: Ascom/Valmir de Francisquinho

Em entrevista concedida à TV Atalaia na tarde desta terça-feira, 15, a situação da saúde pública de Sergipe esteve no centro do debate. O candidato ao governo fez duras críticas à atual administração estadual ao avaliar o cenário vivenciado por usuários e profissionais do setor. 

“Saúde de Sergipe, você vê que está um caos absoluto. Reclamação dos cirurgiões, que não estão recebendo, as pessoas nos hospitais, a saúde do Hospital do Câncer sendo entregue à iniciativa privada, privatizando, tomando empréstimo. Aí, desde lá do Marcelo Déda, com o Hospital do Câncer, o governador privatizou, foi o único licitante que agora, R$ 36.577.000,00, está entregando os hospitais, os serviços, às OSs, às organizações sociais”, afirmou.

Durante a declaração, ele reforçou a necessidade de repensar o modelo de gestão das unidades públicas, criticou a perda de espaço dos trabalhadores da área e defendeu a retomada do controle direto pelo poder público, além do fortalecimento e criação de novas estruturas no interior.

“Nós vamos construir um outro hospital regional, vamos descentralizar a saúde nos hospitais regionais para levar o serviço de médio, pequeno porte, procedimentos para os hospitais regionais. Você fortalecer os hospitais regionais, aí você vai ter um atendimento de qualidade de saúde no estado. Se não for assim, não vamos ter”, pontuou. 

Como parte do plano de governo para reestruturar a área, a proposta apresentada busca reorganizar o fluxo da rede pública estadual. A meta é fortalecer o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) para focar prioritariamente no atendimento de urgência, trauma e alta complexidade, reduzindo a superlotação na capital. Paralelamente, o projeto prevê o fortalecimento dos hospitais regionais para que realizem exames, procedimentos e cirurgias de médio e pequeno porte, além de ofertar mais especialidades médicas no interior, permitindo que a população resolva seus problemas de saúde perto de casa.

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