Cobiçado por vários partidos, Washington diz que escolha de sigla é igual a bater pênalti: não pode vacilar
Cobiçado por vários partidos, Washington diz que escolha de sigla é igual a bater pênalti: não pode vacilar (Foto: Assessoria Washington Coração Valente)
Washington se filiou ao PDT em setembro de 2011 após oito meses de aposentadoria no Fluminense. Um ano depois foi eleito o vereador mais votado em Caxias do Sul-RS, e em 2018 assumiu o cargo de deputado federal por três meses. Em 2019, trabalhou como secretário Nacional do Esporte a convite do presidente Bolsonaro, mesmo ano que deixou o PDT.
Residente em Aracaju desde 2017, o pré-candidato ao senado deve anunciar o destino nos próximos dias. Washington tem menos de dois meses para decidir o novo partido, segundo a legislação eleitoral. Durante entrevista a uma emissora de rádio esta semana, ele pregou cautela na hora de tomar a decisão final. “Tivemos várias reuniões desde o ano passado até hoje, mas não adianta pressa. A escolha de uma agremiação política é como se fosse uma cobrança de pênalti, ou seja, não posso vacilar”, comparou o ex-jogador.
Pesquisas internas revelam o crescimento do nome de Washington na capital, e sobretudo no interior. O bom relacionamento em Brasília e a ficha limpa pesam a favor do pré-candidato.
Brasília
Antes do carnaval, Washington Coração Valente deve ir à Brasília conversar com representantes nacionais de alguns partidos. “Preciso ouvir as ideias e apresentar as minhas. Faz parte do jogo. E o que for melhor para Sergipe eu topo na hora”, declarou.
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