Aracaju (SE), 27 de junho de 2026
POR: Elaine Patricia Cruz
Fonte: Agência Brasil
Em: 04/08/2017 às 16:25
Pub.: 05 de agosto de 2017

Cesta básica em julho: A maior alta acumulada ocorreu em Aracaju

A batata-inglesa foi um dos produtos que mais
subiram  em  julho    (Foto: Arquivo/Agência  Brasil)

A batata-inglesa foi um dos produtos que mais subiram em julho (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

Em julho, o custo da cesta básica caiu em 14 das 27 capitais brasileiras analisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mas subiu em 13. A queda mais expressiva foi em Recife (-3,26%) e o maior aumento, em Belo Horizonte (2,35%) .

A cesta básica mais cara do país foi a de Porto Alegre, com preço médio de R$ 453,56, seguida por São Paulo (R$445,83). As mais baratas foram as de Rio Branco (R$ 332,06) e Salvador (R$ 357,2 8) .

No mês de julho, os produtos da cesta que mais subiram na maior parte das capitais foram a manteiga e o tomate, enquanto a batata, a banana, a carne de primeira, o óleo de soja, o açúcar e o arroz tiveram as maiores baixas.

Entre janeiro e julho deste ano, o custo da cesta básica caiu em 18 capitais – a de Rio Branco teve a maior queda (-13,63 %) , seguida por Manaus (-8,51%). A maior alta acumulada ocorreu em Aracaju (4,17%) .

Considerando a determinação constitucional segundo a qual o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as necessidades de uma pessoa e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o salário mínimo ideal para o trabalhador, em julho, seria em torno de R$ 3.810,36, ou seja, um valor 4,07 vezes maior que o mínimo atual, de R$ 937.

Elaine Patricia Cruz - Repórter da Agência Brasil - Edição: Nádia Franco - 04/08/2017 16:25:00
 

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