Quando a prioridade não é o brasileiro :: Por Fausto Leite
O Brasil acordou mais uma vez com o seu paradoxo tropical preferido: faltam vagas em hospitais, sobram filas nos pronto-socorros e o governo federal anuncia com serenidade que vai enviar insumos de saúde para a Venezuela. É o tipo de notícia que faz o brasileiro rir por nervosismo. Enquanto isso, dentro do país, o que falta na ponta parece sempre sobrar no discurso. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, exaltou o “preparo” do SUS para enviar medicamentos e insumos de diálise ao país vizinho. Preparado onde, exatamente? Para quem espera meses por uma consulta ou luta por uma vaga de UTI, a ideia de um sistema “plenamente mobilizado” soa como piada involuntária.
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