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Aracaju (SE), 26 de março de 2026
POR: Gilmara Costa
Fonte: Gilmara Costa
Em: 25/03/2026 às 12:00
Pub.: 26 de março de 2026

Venda de medicamentos em supermercados deve beneficiar consumidores

A expectativa é de que a medida tenha efeitos sobre preços e acesso

Supermercado - Foto: Divulgação

A sanção da Lei nº 15.357, que autoriza a comercialização de medicamentos em supermercados, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi recepcionada com satisfação pela Associação Sergipana de Supermercados (Ases). Marco histórico para a economia do país, com a nova legislação, supermercados poderão comercializar remédios em ambiente físico delimitado,  sendo obrigatória a presença de um farmacêutico. Com isso, a perspectiva futura é de que, entre os impactos da nova lei, estão a redução de preços de medicamentos sem prescrição médica e aumento da receita do varejo. 

De acordo com o presidente da Ases, Bruno Ferreira, a medida proporciona conveniência, praticidade e, acima de tudo, mais acessibilidade. "Sabemos que muitos cidadãos enfrentam dificuldades para encontrar farmácias abertas em determinados horários ou regiões. Os supermercados, presentes no dia a dia das famílias, passam agora a ser mais um ponto de apoio para necessidades básicas de cuidado com a saúde. A recente sanção da lei representa um avanço significativo na ampliação do acesso da população a itens essenciais de saúde", afirmou. 

Ao destacar a necessidade dos supermercados respeitarem as regras de recebimento, armazenamento, controle de temperatura e rastreabilidade de produtos dentro dos padrões de farmácias, o presidente da Ases, reforçou o esforço dos supermercadistas em atender o que a lei estabelece. "Essa conquista vem acompanhada de responsabilidade. E o setor supermercadista está comprometido em cumprir rigorosamente todas as normas sanitárias, garantindo que a comercialização desses produtos seja feita com segurança, qualidade e informação adequada ao consumidor", destacou.

Impactos esperados

A expectativa do setor é que a medida aumente a concorrência no mercado farmacêutico, com efeitos sobre preços e acesso, além de impulsionar a geração de empregos e a diversificação de receitas no varejo. Para especialistas e representantes do setor, a integração entre supermercados e farmácias pode reduzir barreiras de acesso, especialmente para populações em cidades menores ou com mobilidade reduzida, ao aproveitar a capilaridade e o horário ampliado desses estabelecimentos. 


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