14 de fevereiro de 2020
POR: Stephanie Macêdo
Fonte: Rede Alese
Em: 13/02/2020 às 00h00

Luciano Bispo destaca economia do governo Belivaldo


O secretário estadual da Fazenda, Marco Queiroz, compareceu à Assembleia Legislativa para o cumprimento da prestação de contas do 2º quadrimestre do exercício de 2019. Na comissão de Economia, Finanças, Orçamento e Tributação da Alese, o secretário  detalhou números das receitas e despesas da administração estadual.


Luciano Bispo destaca economia do governo Belivaldo (Foto: Jadilson Simões/ Rede Alese)

Luciano Bispo destaca economia do governo Belivaldo (Foto: Jadilson Simões/ Rede Alese)


Com a prestação de contas do secretário de Estado da Fazenda na Casa Legislativa de Sergipe (Alese) na manhã de hoje, 13, o presidente da Casa, Luciano Bispo (MDB) destaca que o Governo do Estado passa por um cenário de melhoria no orçamento público. O presidente disse ainda que diante do quadro atual nas finanças, a retomada do equilíbrio das contas públicas  e a continuidade do desenvolvimento econômico do estado são um fator positivo.


Diante dos números apresentados por Marco Queiroz,  a receita orçamentária, referente ao  ano de 2018,  chegou a alcançar a ordem de R$ 5.691,80 bi.  Já no ano de  2019, a arrecadação do estado marcou exatos R$ 6.107,07 bi, tendo um crescimento nominal de  7,30% e o crescimento real de  3,87%. 


“Em 2019 o governo enfrentou dificuldades, e que sempre terá, apenas entrou  numa condição melhor. Conforme o  resultado do quadrimestre apresentado pelo secretário de Finanças, o estado melhorou o seu orçamento no final do ano passado, saindo do quadro  “da  ala vermelha da “UTI” para uma situação melhor confortável, menos difícil, voltando a um melhor equilíbrio nas finanças, destacou Luciano.


ICMS
Quanto a redução do ICMS do combustível, o presidente da Alese explica que zerar a alíquota é impraticável. “O  presidente Bolsonaro, no momento intempestivo, queria alíquota zero para o combustível. O próprio ministro da Economia expôs quanto a isso,  de que nem estados e nem união podem abrir mão de receita, pois é preciso saber quem pagará as contas. Se o governo federal der chances que os estados possam cumprir, aí é outra condição. Mas,  reduzir a zero é uma loucura”, externou Luciano Bispo.

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