Aracaju (SE), 27 de fevereiro de 2021
POR: Amália Roeder
Fonte: Boxx Assessoria Marketing e Comunicação
Em: 02/10/2021 às 14h09
Pub.: 10 de fevereiro de 2021

Pesquisa quer saber como a adoção é entendida na região nordeste


Pesquisa quer saber como a adoção é entendida na região nordeste (Imagem: Divulgação)

Pesquisa quer saber como a adoção é entendida na região nordeste (Imagem: Divulgação)


Com o intuito de compreender como o tema adoção é visto no Nordeste e, a partir dos resultados, fomentar o desenvolvimento de políticas públicas nesse campo, o Programa de Pós-Graduação em Psicologia, da Universidade Federal de Sergipe-UFS, lançou a pesquisa “Crenças e atitudes sobre a adoção”.


Doutorando Me. Baruc Correia Fontes (Foto: Boxx Assessoria Marketing e Comunicação)

Doutorando Me. Baruc Correia Fontes (Foto: Boxx Assessoria Marketing e Comunicação)

Sob a coordenação do Professor Dr. Elder Cerqueira-Santos e do Doutorando Me. Baruc Correia Fontes, a pesquisa acadêmica está em fase de coleta. Pessoas com mais de 18 anos e que residam no Nordeste podem preencher formulário online composto por questões abertas e de múltipla escolha. Os resultados do estudo serão divulgados em meio científico apenas de forma agrupada, impossibilitando a identificação pessoal. Os interessados devem acessar www.bit.ly/adocaoufs.


Apesar do tema não ser novidade em sua área de estudo, essa é a primeira vez que o Doutorando Me. Baruc Correia Fontes de debruça sobre essa matéria. “No mestrado desenvolvi pesquisa sobre cotas no ensino superior, no programa de pós-graduação em Sociologia. Porém, o tema não é novo para mim, uma vez que enquanto psicólogo, trabalhei em Serviços de Acolhimento para crianças e adolescentes, onde a adoção era uma realidade bem presente, o desejo de investigar vem dessas vivências”, explica.


Baruc explica ainda que existem alguns estudos sobre adoção no Brasil, mas o diferencial da pesquisa em andamento é que há um foco sobre a monoparentalidade e as investigações centram-se no contexto da região nordeste do país. “Vamos trabalhar por amostragem. Os cálculos indicam que, em média, 700 pessoas é um número minimamente adequado para esse estudo. O questionário estará aberto durante o mês de fevereiro. A intenção é conseguir uma amostra em que a composição seja heterogênea com representação de todos os estados”, conclui.

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