Aracaju (SE), 20 de janeiro de 2026
POR: Ibama
Fonte: Ibama
Em: 05/06/2018 às 21:35
Pub.: 06 de junho de 2018
Atualizada: 06/06/2018 às 09h44

Ibama identifica 1.277 animais à venda em redes sociais e realiza operação em 15 estados

O Ibama iniciou nesta terça-feira (05/06) operação de combate ao comércio ilegal de animais silvestres via redes sociais em 15 estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. Os alvos foram selecionados após investigação iniciada em 2017 que identificou 1.277 animais expostos à venda na internet.

Recipientes com animais resgatados por agentes ambientais durante a Operação Teia (Foto: Ibama)

Recipientes com animais resgatados por agentes ambientais durante a Operação Teia (Foto: Ibama)

Realizada em conjunto com a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e polícias estaduais (Civil e Militar Ambiental), a Operação Teia cumpriu 34 mandados de busca e apreensão solicitados por Ministérios Públicos dos estados. Doze pessoas foram detidas. Até o momento, foram resgatados 137 animais e aplicados R$ 518,6 mil em multas.

Entre os animais silvestres nativos da fauna brasileira mantidos em cativeiro ilegal havia serpentes, jabutis, lagartos, jacarés, macacos, iguanas, escorpiões e aranhas, entre outros. Agentes ambientais também recolheram espécies exóticas como corn snake (cobra-do-milho), píton, pogona e tigre d’água.

Em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira (05/06) na sede do Ibama, o coordenador de Operações de Fiscalização, Roberto Cabral, informou que foram identificados em redes sociais 1.277 animais expostos à venda, 85 mantidos ilegalmente em cativeiros e 30 animais com venda confirmada.

Os animais silvestres resgatados serão avaliados em centros de triagem do Instituto para viabilizar seu retorno à natureza. Os animais exóticos serão destinados a zoológicos com segurança que permita evitar fugas e possível bioinvasão no país. A medida tem como objetivo proteger a biodiversidade nacional.

“Embora exista certa dificuldade em comprovar a autoria de crimes ambientais realizados pela rede, identificamos e vamos responsabilizar os infratores.”, disse Cabral.

A operação será mantida por tempo indeterminado.


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