Aracaju (SE), 19 de agosto de 2022
POR: Ascom SES/SE
Fonte: Ascom SES/SE
Em: 14/07/2022 às 10h48
Pub.: 14 de julho de 2022

Endometriose: doença afeta até 10% das mulheres em idade fértil


Endometriose: doença afeta até 10% das mulheres em idade fértil - Foto: Ascom SES/SE

Endometriose: doença afeta até 10% das mulheres em idade fértil - Foto: Ascom SES/SE

A endometriose é uma crônica ginecológica, benigna, que surge em mulheres, principalmente na idade reprodutiva.  A doença manifesta-se por meio de focos do tecido endometrial – tecido que reveste o útero – fora deste órgão. De acordo com a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, apesar do diagnóstico ser difícil, há uma prevalência da doença em 5% a 10% das mulheres em idade fértil. São exemplos de sintomas da endometriose: dores fortes no período menstrual e próximo a ele, cólica menstrual intensa, dor pélvica crônica que irradia para a região anal, dor durante a relação sexual e alterações intestinais e urinárias.


Para viabilizar acompanhamento e tratamento da endometriose para as usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS), o acompanhamento da endometriose para mulheres de todo o estado de Sergipe, é ofertado através do ambulatório do Hospital Universitário de Aracaju. Para acessá-lo, a paciente precisa de encaminhamento do médico da Unidade Básica de Saúde (UBS). O rastreio inicial da doença é feito através da avaliação clínica com exame físico e exames comuns como lâmina e ultrassonografia pélvica e transvaginal, conforme informou a Área Técnica da Saúde da Mulher, Elaine Cardoso.


“Para a investigação e acompanhamento da endometriose, é necessário que haja o encaminhamento do médico da UBS para o serviço de referência no HU. O acesso é porta é fácil, já que é porta aberta. Lá, a paciente faz o agendamento e sai com a consulta marcada”, salientou a Área Técnica, explicando que a doença é tratada de forma medicamentosa ou cirúrgica, sendo que a operação só é utilizada em último caso, ou seja, quando há falha no tratamento, não haja indicação do uso de medicações, ou quando a paciente esteja em quadro clínico mais grave ou que comprometa sua qualidade de vida.

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