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Aracaju (SE), 04 de maio de 2026
POR: Camila Sousa
Fonte: Assessoria Emília Corrêa | Câmara de Aracaju
Em: 13/09/2023 às 16:01
Pub.: 13 de setembro de 2023
Atualizada: 13/09/2023 às 16h01

Emília Corrêa questiona valor destinado para reforma do Parque da Sementeira

Vereadora Emília Corrêa - Foto: Gilton Rosas | Câmara de Aracaju

Vereadora Emília Corrêa - Foto: Gilton Rosas | Câmara de Aracaju

Fruto de mais um empréstimo firmado entre a administração municipal e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID),  desta vez no valor de R$ 25 milhões, o Parque Governador Augusto Franco, mais conhecido como Parque da Sementeira, passará por uma reforma de reurbanização. O alto investimento foi pauta da vereadora Emília Corrêa (Patriota) na Câmara Municipal de Aracaju (CMA).

“A iniciativa não é ruim. O Parque da Sementeira atrai pessoas de todos os bairros para desfrutar de momentos de lazer. O que me assusta, como sempre, é a falta de transparência e valor exorbitante para essa obra. Não justifica”, argumentou a vereadora.

Creches
Aproveitando a oportunidade, Emília, que teve acesso a uma informação que aponta, através do Índice de Necessidade de Creches (INC), metodologia que permite estimar o déficit de creches no país, que Aracaju possui um déficit de 55,9%. A vereadora comparou o valor direcionado para a reforma do parque e o quanto seria necessário para criar creches no município.

“R$ 9 milhões. Este valor ajudaria muitas famílias em Aracaju. Muitas crianças estariam devidamente protegidas e suas mães despreocupadas no trabalho, pois seria o necessário (em torno) para manter uma creche de tempo integral. A gente nota que não é a falta de recursos. Essas prioridades só comprovam que não se trata da falta de recursos, mas, sim, da falta de vontade de fazer”, afirmou.

Nota - Avenida José Carlos Silva
A vereadora subiu o tom durante seu pronunciamento no Legislativo Municipal ao questionar a demora da gestão e, da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) para tomar providências na Avenida José Carlos Silva, bairro São Conrado, conhecida como “avenida da morte”, onde uma mulher perdeu a vida no último final de semana quando transitava pela faixa de pedestre. “Os moradores foram às ruas clamando porque não aguentam mais presenciar acidentes fatais. Os relatos que eu ouvi dos moradores é que quem não perde a vida, carrega sequelas. São quase diários os acidentes naquela região. Uma queixa antiga que, só agora, me parece que vão se reunir para ver as possibilidades de melhorias. São tragédias anunciadas. E, mais uma vez, a população sem ser ouvida”, disse a parlamentar.

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