Laércio Oliveira defende o estimulo a produção de fertilizantes nacionais para garantir a segurança alimentar
Laércio Oliveira defende o estimulo a produção de fertilizantes nacionais para garantir a segurança alimentar (Foto: Site Laércio Oliveira)
“Estamos hoje passando por um momento dramático por conta da forte elevação dos preços de fertilizantes, além de anúncios de redução de produção na China e Rússia, por conta de crises energéticas, e priorização da destinação dos produtos para o consumo doméstico desses países. Temos ainda a crise política em Belarus, outro grande fornecedor de fertilizantes, e a alta nos custos dos fretes marítimos no mundo todo, contribuindo para uma desarticulação da cadeia de abastecimento, gerando forte elevação dos custos e até mesmo a insegurança do suprimento”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico de Sergipe, Marcelo Menezes, que acompanhou o deputado em reuniões em Brasília sobre o tema.
Reunião com o Ministério da Agricultura e o deputado Evair de Melo
Laércio afirmou que Sergipe tem uma posição de destaque nacional na produção ureia, amônia e potássio. Além do que está situada em Sergipe a única mina de produção de potássio do Brasil e também uma unidade de fertilizantes nitrogenados Unigel, e muitas misturadoras que, no conjunto, representam uma importante cadeia econômica do Estado. “Temos reservas minerais e disponibilidade de grande volume de gás natural que poderão viabilizar uma ampliação da oferta de fertilizantes produzidos no Estado”, completou o deputado.
Para tratar sobre o assunto, o deputado e o secretário se reuniram com o presidente da Confederação Nacional de Agricultura João Martins. Eles explicaram que o projeto de lei tem o objetivo de instituir o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes, buscando desonerar a produção nacional de fertilizantes e estimular o seu aumento, criando competitividade no setor.
Reunião com o presidente da CNA João Martins
A segunda reunião foi o deputado federal Evair de Melo e Luís Eduardo Pacifici Rangel, assessor da Secretaria Executiva não Ministério da Agricultura, que aprovaram a proposta. E a terceira com o secretário de Competitividade do Ministério da Economia Carlos da Costa, que concordou que é preciso estimular a produção nacional para o país não ficar dependente do produto importado.