Aracaju (SE), 17 de outubro de 2021
POR: Assessoria Eduardo Amorim
Fonte: Assessoria Eduardo Amorim
Em: 22/09/2021 às 18h58
Pub.: 23 de setembro de 2021

Eduardo Amorim denuncia falta de repasses para cirurgias cardíacas e cobra retomada dos transplantes em Sergipe


O presidente do PSDB Sergipe, o médico e ex-senador Eduardo Amorim, publicou em suas redes sociais, nesta quarta-feira (22), um vídeo destacando duas informações negativas relacionadas à saúde em Sergipe. A primeira delas sobre a redução de cirurgias cardíacas por falta de recursos.


Eduardo Amorim denuncia falta de repasses para cirurgias cardíacas e cobra retomada dos transplantes em Sergipe (Foto: Assessoria Eduardo Amorim)

Eduardo Amorim denuncia falta de repasses para cirurgias cardíacas e cobra retomada dos transplantes em Sergipe (Foto: Assessoria Eduardo Amorim)


“Porque o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde, não tem repassado aos hospitais os valores relativos à realização destes procedimentos. Com isso, a equipe da cardíaca que tem capacidade de realizar mais de 40 cirurgias por mês, infelizmente só poderá realizar metade ou até menos disso”, destacou.


Para Eduardo Amorim, a situação é preocupante, especialmente neste período pós-pandemia. “Onde muitos procedimentos foram acumulados e, com isso, estas pessoas terão o sofrimento ampliado, muitas delas pagando com a própria vida. Fazemos um apelo ao Estado para que regularize esta situação o quanto antes”, salientou.


Exportador de órgãos
Outro ponto abordado pelo médico foi a não realização de transplantes de órgãos em Sergipe. “Nosso estado tornou-se um exportador de órgãos, pois há muito tempo não se faz transplantes aqui. Enviamos as doações para outros estados, mesmo tendo todas as condições e equipe para fazer aqui e beneficiar os pacientes sergipanos. É muito triste tudo isso”, concluiu.


“Já fomos o primeiro estado do norte e nordeste a fazer transplante de coração. Mas hoje o Estado estimula e até comemora a captação, mas Sergipe, que reitero, tem capacidade para transplantar, não faz, mandando os órgãos dos nossos conterrâneos para fora”, finalizou Eduardo Amorim.

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