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Aracaju (SE), 30 de março de 2026
POR: Assessoria de Imprensa
Fonte: Assessoria de Imprensa
Em: 30/03/2026 às 10:55
Pub.: 30 de março de 2026

"Depois das eleições, a Iguá vai cobrar pelos poços artesianos”, denuncia Eduardo Amorim

Eduardo Amorim - Foto: Plácido Noberto

O pré-candidato ao Senado em 2026, Dr. Eduardo Amorim (Republicanos), afirma que o prejuízo que os sergipanos terão com a concessão da Deso para a Iguá, por 35 anos, deve ser ainda maior após as eleições deste ano, quando a empresa poderá estabelecer novas cobranças a partir do mês de novembro. Para Eduardo, que é médico anestesiologista do Sistema Único de Saúde (SUS) e entende que a água é um bem fundamental para a vida das pessoas, o governo jamais poderia passar a água para a iniciativa privada.

Durante entrevistas concedidas às rádios sergipanas, o profissional da medicina tem destacado que as brechas do contrato de concessão são muitas, citando como exemplo, a cobrança dos usuários que possuem poços artesianos que produzem mais de dois mil litros de água por hora. “Eles vão tentar suspender até as eleições e, depois, vai ser cobrança total. Segundo especialistas, um poço de dois mil litros é considerado pequeno, e qualquer poço artesiano produz mais do que isso, então dificilmente não haverá cobrança. E, se o poço for de cinco mil litros, vai cobrar cinco mil litros”, alertou.

Sobre os impactos da concessão da Deso, Eduardo Amorim também lamentou o aumento da conta de água para a população sergipana e criticou a demora na religação do abastecimento, que em alguns casos leva dias. “Tem gente que vai deixar de comprar remédio e comida para pagar água. Eu nunca teria vendido a Deso; eu a teria revitalizado e faria com que a empresa tivesse mais lucro, não somente financeiro, mas também social, com água de qualidade para todos e esgoto bem tratado”, pontuou.

Outro alerta feito pelo pré-candidato diz respeito às tarifas de água aplicadas a imóveis com uso misto, residencial e comercial. Segundo ele, a Iguá estaria cobrando valores mais altos de moradores que mantêm pequenos negócios em casa. “Essa é uma cobrança injusta. Se você tem um pequeno estabelecimento e produz, por exemplo, bolos na própria residência, a empresa tende a classificar o imóvel como comercial e aplicar uma tarifa mais elevada”, criticou.


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