Aracaju (SE), 19 de junho de 2021
POR: Site Laércio Oliveira
Fonte: Site Laércio Oliveira
Em: 07/05/2021 às 00h00
Pub.: 10 de maio de 2021

Laércio Oliveira discute reforma tributária, indústria química e lei do gás no Fórum Empresarial


Durante reunião do Fórum Empresarial de Sergipe, realizada nesta sexta-feira, 7, no Hotel Vidam, em Aracaju, o deputado federal Laércio Oliveira fez uma explanação sobre os projetos de grande relevância nacional, como a reforma tributária, indústria química e a nova Lei do Gás, que ele relatou no Congresso Nacional. Laércio destacou os benefícios a médio prazo que o novo marco do gás trará para o país e para o Estado de Sergipe, com investimentos que irão ultrapassar R$ 60 bilhões ao longo dos próximos cinco anos. E ponderou os riscos da extinção do Regime Especial da Indústria Química (Reiq), proposto pelo governo através de uma MP.


Laércio Oliveira discute reforma tributária, indústria química e lei do gás no Fórum Empresarial (Foto: Site Laércio Oliveira)

Laércio Oliveira discute reforma tributária, indústria química e lei do gás no Fórum Empresarial (Foto: Site Laércio Oliveira)


“A nova lei do gás vai reindustrializar o Brasil, aumentar a receita dos governos e reduzir o custo do gás nas empresas, no comércio e até nas residências. A expectativa, segundo a indústria, é gerar R$ 60 bilhões de investimentos por ano e triplicar a produção industrial, além da geração de 4 milhões novos empregos, e as mudanças já começaram a acontecer, como a retomada da antiga Fafen, agora Unigel. O mundo todo sabe que estrela do gás é Sergipe. As perspectivas para o mercado do gás natural são muito promissoras”, disse Laércio, ao ressaltar que uma das mudanças previstas na proposta é a quebra do monopólio da Petrobrás, o que vai baratear o custo do insumo.


De acordo com Laércio, a situação setor químico é muito preocupante. “A indústria química é a 5ª maior indústria do mundo. Atende todos os setores econômicos: agronegócio, saúde, alimentos, plásticos, máquinas e equipamentos, automóveis. O mundo inteiro emergente e desenvolvido entendeu a importância da química. Indo em sentido contrário, aqui no Brasil temos apresentada uma MP que propõe extinguir o único programa existente: o Regime Especial da Indústria Química (Reiq). Que é infinitamente menor do que os outros países com os quais o Brasil compete estão fazendo e sequer dá conta dos custos maiores de matéria prima, energia e carga tributária aqui praticados”, destacou.


O presidente do Fórum, Joaquim Ferreira, considerou a palestra de Laércio Oliveira de extrema importância para os esclarecimentos da classe empresarial. “A vinda do deputado possibilitou uma noção clara das ações que estão sendo feitas no Congresso Nacional que, de certa forma, vão repercutir diretamente nas empresas e na sociedade de uma forma geral. Todos nós que compomos o fórum precisamos entender a importância de ter um empresário no Congresso e essa interlocução é fundamental para o desenvolvimento das ações que as empresas precisam nesse momento”, afirmou.


Para Marcos Pinheiro, presidente da Associação Comercial de Sergipe (Acese), a participação de Laércio demonstrou um profundo conhecimento dos problemas econômicos e dos desafios que Sergipe tem para enfrentar. “O deputado apresentou vários cenários não só sobre a lei do gás, mas sobre mineração, abordou a questão do turismo, entre outros seguimentos. Portanto, eu creio que foi muito importante a sua participação porque nos deu uma explanação sobre a situação econômica de Sergipe, dentro do cenário econômico nacional, e qual a repercussão dessa atuação dele no Congresso para economia local”, comentou.


O presidente da Associação de Bares e Restaurantes de Sergipe (Abrasel), Bruno Dórea, disse que a palestra do deputado Laércio Oliveira foi importante para o conhecimento do cenário nacional. “Laércio nos representa, é um voz ativa no congresso nacional. Ele sabe o preço que se paga de ter uma empresa aberta e com essa pandemia as coisas ficaram mais difíceis, mas vamos ter fé em Deus que tudo vai melhorar a partir de 2022. Queremos um olhar para a cadeia produtiva, para quem produz, para o setor de turismo, principalmente. Somos uma cadeia com energia limpa, a indústria sem chaminé. Fico muito agradecido em poder participar e ouvir dele esse cenário que tem solução para o futuro”, frisou.

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