Aracaju (SE), 16 de setembro de 2021
POR: Asscom Grupo Tiradentes
Fonte: Asscom Grupo Tiradentes
Em: 27/07/2021 às 07h01
Pub.: 27 de julho de 2021

Tecnologia e inovação agregam conhecimento na Experiência Acadêmica Tiradentes


Modelo do Grupo Tiradentes investe em recursos tecnológicos, centro de inovação e laboratórios de ponta para aperfeiçoar modelos educacionais e conferir autonomia ao aluno.


Tecnologia e inovação agregam conhecimento na Experiência Acadêmica Tiradentes (Foto: Asscom Grupo Tiradentes)

Tecnologia e inovação agregam conhecimento na Experiência Acadêmica Tiradentes (Foto: Asscom Grupo Tiradentes)


Ultrapassar e diminuir fronteiras, aproximando as pessoas através do conhecimento. Na Experiência Acadêmica Tiradentes, alunos e professores das instituições que formam o Grupo Tiradentes em Sergipe, Alagoas e Pernambuco, têm a oportunidade de aprender e gerar conhecimento com a ajuda dos mais avançados recursos tecnológicos na área de Educação, que integram pessoas e instituições. Isso permite um aumento da qualidade do ensino e proporciona uma formação mais sólida aos estudantes, inserindo-os em uma realidade que vem exigindo uma maior fluência digital e integrando cada vez mais as tecnologias à vida profissional e pessoal. 


Esses avanços passam por uma integração maior entre a sala de aula e o mundo digital, o que se deu de forma mais intensa durante a pandemia, mas já vinha sendo desenvolvido há mais tempo pelo Grupo Tiradentes. Em 2017, o Núcleo de Educação à Distância da Universidade Tiradentes (Unit EaD) começou a implantar disciplinas híbridas no curso de Educação Física e de lá passou a estendê-las para todos os cursos. Tratam-se disciplinas que combinam as aulas presenciais com as aulas virtuais, nas quais todo o conteúdo fica à disposição em espaços digitais, integrado à internet, funcionando como salas de aula e bibliotecas convencionais.


Um dos recursos tecnológicos integrados ao dia-a-dia das unidades do Grupo é a plataforma Google For Education, que reúne uma série de ferramentas de conteúdo e aprendizagem para alunos e professores, como compartilhamento de material de pesquisa, marcação de vídeo-aulas e reposição de aulas via internet. Na pandemia, isso garantiu uma presencialidade de 92% dos alunos nas aulas virtuais, que além de proporcionar a realização das aulas em casa ou qualquer outro lugar fora do campus, praticamente eliminou a necessidade de uso de xerox ou pen-drives, já que todo o conteúdo fica disponível no próprio sistema. 


Pela forma como aderiu ao sistema, a Universidade Tiradentes (Unit) foi a primeira instituição de Ensino Superior do mundo a ser chancelada como Universidade de Referência do Google for Education. Soma-se a isso o uso de outras ferramentas educacionais igualmente avançadas, como a Sagah, que desenvolve conteúdo, metodologia e serviços para instituições de Ensino Superior, além do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), plataforma de ensino desenvolvida sob o sistema Desire2Learn (D2L), adotado por universidades dos Estados Unidos e da União Europeia. 


“Transformação digital é muito mais que um portal, um novo sistema ou tecnologia. Ela está inserida no DNA do Grupo Tiradentes, que é o de inovação, de buscar cada vez mais o aprimoramento de seus processos. A gente fala de implantar uma nova cultura, pautada nos princípios do mundo contemporâneo. Isso faz com que todos nós precisemos pensar de forma digital. Não é um setor ou pessoa que vai promover essa transformação, mas ela nasce como essência na cultura e na rotina de todos nós”, afirma a professora Karen Sasaki, gerente acadêmica da Unit EaD. 


Inovação
Nesse sentido, o uso da tecnologia passou a ser aprimorado pelo próprio Grupo Tiradentes, a partir do trabalho conjunto com o Tiradentes Innovation Center, um centro de inovação criado em 2019 para pesquisar e desenvolver soluções voltadas à melhoria da Educação, bem como favorecer o surgimento de startups que criem novos produtos e serviços. Um exemplo dessas soluções é o modelo HyFlex, que permite a transmissão de aulas presenciais em tempo real, com o auxílio de um modelo de câmera que acompanha o movimento dos professores e tem boa qualidade de captação de imagem e de áudio. “O objetivo é criar a cultura de inovação e fomentar o uso de tecnologias em sala de aula”, resume o professor Domingos Sávio Alcântara Machado, vice-presidente de Estratégia Inovação e Internacionalização do Grupo Tiradentes, ressaltando que essas tecnologias não substituem o professor em sala, mas complementam e otimizam seu trabalho.


O diferencial do Tiradentes Innovation Center é o complemento da formação do estudante, através do desenvolvimento nas áreas de Empreendedorismo, Criatividade, Inovação, Educação, Tecnologia e a chamada “cultura maker”, no qual as pessoas são incentivadas a criar e executar seus próprios projetos, em oficinas e laboratórios existentes no centro. Um desses espaços é o Tiradentes Fab Lab, recentemente credenciado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), referência internacional em Tecnologia e Inovação, para fazer parte da rede da Fab Foundation, que integra e disponibiliza o trabalho de mais de 2 mil laboratórios de inovação em todo o mundo. 


O ambiente é dotado de ferramentas e equipamentos de manufatura clássica, moderna e contemporânea, incluindo impressoras a laser e 3D, que podem ser usados no desenvolvimento e construção de projetos. Isso está relacionado à “cultura maker”, que todos conhecem como o “faça você mesmo”. “Aqui, a gente experimenta várias tecnologias e metodologias. Nós entendemos que uma das formas de se aprender é fazer. Essa cultura vem fazer com que a gente experimente o aprendizado fazendo. Não é só escutando, mas colocando a mão na massa, e utilizando esses equipamentos para que a gente chegue com uma ideia e saia com um produto”, aponta o professor. 


Além do Tiradentes Innovation Center, as unidades do Grupo Tiradentes dispõem ainda de outros laboratórios de alta tecnologia, adequados ao trabalho prático dos alunos, através dos próprios cursos e do Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP), instituição de pesquisa vinculada à companhia. Ela tem 22 laboratórios de pesquisa (nas unidades Sergipe e Alagoas) e mais três exclusivos para a prestação de serviços, além de 49 pesquisadores celetistas e bolsistas de produtividade do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Com isso, o ITP integra redes nacionais e regionais de pesquisa e inovação nas áreas de Energia, Meio Ambiente, Biotecnologia, Engenharias, Educação, Direito, Saúde e Tecnologias Sociais.

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