Aracaju (SE), 22 de janeiro de 2026
POR: MidiaNova Assessoria de Imprensa
Fonte: MidiaNova Assessoria de Imprensa
Em: 20/01/2026 às 23:29
Pub.: 22 de janeiro de 2026

Mercado Imobiliário - Metro Quadrado supera os R$ 5.200 em Aracaju

Residencial Vale do Amanhecer - Imagem: Divulgação | MRV

Valorização é a palavra que define o mercado imobiliário sergipano em 2025. Isso porque, segundo dados consolidados pelo Índice FipeZAP, indicador que avalia os preços do metro quadrado para venda e aluguel de imóveis residenciais em 56 cidades brasileiras,  o preço médio do metro quadrado para venda em Aracaju atingiu a marca de R$ 5.282 em dezembro de 2025, representando uma valorização anual de até 10%.

E o que esperar de 2026? De acordo com os especialistas, a expectativa é que o mercado mantenha o ritmo e a capital continue com um dos custos por metro quadrado mais competitivos do Nordeste. Além disso, o surgimento de empreendimentos em novos pólos de interesse, como por exemplo, os bairros da Farolândia e Centro Administrativo, está transformado Aracaju em um mercado estratégico para o setor imobiliário regional.  

“O mercado segue aquecido e para 2026, a expectativa é que nossa cidade siga em destaque no setor imobiliário regional e nacional, oferecendo possibilidades de negócios para morar ou investir. Os programas Minha Casa Minha Vida e Casa Sergipana, esse último programa habitacional do Estado que beneficia servidores públicos que desejam adquirir sua casa própria, também contribuirão positivamente, avalia Laércio Schuster, gerente comercial da MRV em Sergipe.
Completando 15 anos de atuação em Aracaju, a construtora lançou, no último mês de dezembro, o Residencial Vale do Amanhecer, empreendimento localizado na região do centro administrativo, com 480 unidades com dois quartos, opções com varanda e área privativa, oferecendo, além de localização privilegiada, uma área de lazer completa, com churrasqueira, piscina, salão de festas.

As unidades se enquadram no programa Minha Casa Minha Vida, com condições de financiamento facilitadas, além de subsídios de até R$ 20 mil, pelo programa Casa Sergipana.

Mudanças

As novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida, que entraram em vigor no começo deste mês de janeiro, marcam um novo ciclo para o mercado habitacional. Com as mudanças, o valor máximo dos imóveis financiáveis nas faixas 1 e 2 passa a variar entre R$ 255 mil e R$ 270 mil, de acordo com o porte do município e sua classificação urbana. Em cidades com mais de 750 mil habitantes, classificadas como metrópoles, o teto chega a R$ 270 mil, enquanto capitais regionais e municípios de médio porte passam a operar com limites entre R$ 255 mil e R$ 260 mil — reajustes de 4% a 6% em relação aos valores anteriores.
 
Para a MRV, líder no segmento de habitação econômica no país, o novo desenho deve reforçar ainda mais sua estratégia voltada para o setor, que já vinha apresentando resultados consistentes. Apenas nos primeiros nove meses de 2025, a companhia lançou mais de 31 mil unidades residenciais, das quais 97% estavam enquadradas no Minha Casa, Minha Vida.
 
“O nosso mercado sempre tem demanda. O déficit habitacional no Brasil é muito significativo, e o programa federal tem um papel importante ao oferecer subsídios e condições de financiamento que viabilizam o acesso à moradia”, afirma Eduardo Fischer, CEO da MRV. “Temos não só o Minha Casa, Minha Vida, mas também programas regionais que ajudam a população a conquistar a casa própria. Existe um contexto macro positivo para a indústria. Olhamos para 2026 com bastante otimismo”, acrescenta o executivo.
 
Nos primeiros nove meses de 2025, mesmo em um cenário de juros elevados, o programa habitacional foi um dos principais vetores de resiliência do setor. Na MRV, ele contribuiu para um crescimento de 17,6% na receita operacional e uma alta de 35,5% no lucro bruto no período, o que reforça a relevância do segmento econômico em momentos de maior restrição monetária.
 
Presença nacional e escala operacional

Atualmente, a MRV mantém cerca de 270 canteiros de obras ativos em 22 estados, o que garante capilaridade para capturar os efeitos positivos das novas regras em diferentes regiões do país.
 
“Com a combinação de tetos atualizados, taxas mais baixas e orçamento recorde do FGTS, o novo ciclo do Minha Casa Minha Vida deve reforçar o papel do programa como indutor de investimentos, ampliação da oferta habitacional e redução do déficit de moradia no Brasil, com impacto direto sobre empresas que atuam com escala, eficiência e foco no segmento econômico”, complementa Eduardo Fischer.
 
Sobre a MRV

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Tendo como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. A companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Hoje, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e conheça mais sobre a companhia www.mrv.com.br.


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