Transações via Pix crescem 21,75% em Sergipe e movimentam R$ 5,74 bilhões em janeiro
O volume de transações realizadas via Pix em Sergipe apresentou crescimento expressivo no comparativo entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026. O montante movimentado saltou de R$ 4,716 bilhões para R$ 5,741 bilhões, representando um acréscimo absoluto de R$ 1,025 bilhão e uma variação positiva de +21,75% no período.
O resultado reforça a consolidação do sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central do Brasil como principal meio de liquidação financeira no estado. A expansão demonstra não apenas maior adesão da população, mas também um avanço significativo na digitalização das operações comerciais.
Para o presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac, Marcos Andrade, o crescimento revela a modernização do ambiente de negócios e a adaptação rápida do setor produtivo às novas tecnologias financeiras.
“O Pix trouxe eficiência, redução de custos e liquidez imediata para as empresas. Esse crescimento de mais de 28% em apenas um ano mostra que o comércio sergipano está cada vez mais integrado às ferramentas digitais, o que fortalece a competitividade e dinamiza a economia do estado. O comércio cresceu 1,3% no ano de 2025 e isso é um forte sinal de elevação da atividade”, destacou Marcos Andrade.
Na avaliação do chefe de comunicação e inteligência do Sistema Fecomércio, Marcio Rocha, o avanço do volume transacionado também indica aumento da circulação formal de recursos e maior rastreabilidade financeira.
“Quando observamos um incremento superior a 1 bilhão de reais em um único mês, estamos falando de um ganho relevante na velocidade de circulação do dinheiro na economia. O Pix não é apenas um meio de pagamento; ele se tornou uma infraestrutura econômica estratégica, que amplia a formalização e melhora a eficiência das relações comerciais”, analisou o economista.
O desempenho registrado em janeiro de 2026 confirma a consolidação do Pix como principal instrumento de pagamentos em Sergipe, impulsionando especialmente o varejo, o setor de serviços e os micro e pequenos negócios, que encontram no sistema uma alternativa ágil e de menor custo frente aos meios tradicionais.
Mantido esse ritmo de crescimento ao longo do ano, a expectativa é de que o estado alcance um novo patamar de digitalização financeira, fortalecendo o comércio e ampliando a capacidade de geração de renda e arrecadação.
O Sistema S do Comércio é composto pela Fecomércio, Sesc, Senac, Instituto Fecomércio e 13 Sindicatos Patronais em Sergipe. Presidida por Marcos Andrade, a entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.