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Aracaju (SE), 25 de fevereiro de 2026
POR: Díjna Torres
Fonte: Assessoria
Em: 24/02/2026 às 09:33
Pub.: 25 de fevereiro de 2026

Exposição Verde Vivo irá circular pelo interior sergipano com sua primeira parada em São Cristóvão

Exposição Verde Vivo irá circular pelo interior sergipano com sua primeira parada em São Cristóvão - Foto: Assessoria
Após a sua estreia no Museu da Gente Sergipana, na capital Aracaju, a exposição “Verde Vivo”, da artista visual Aline Viana, segue para circulação em alguns municípios sergipanos, com a primeira parada na cidade-mãe, São Cristóvão. A exposição será realizada na Galeria Vesta Viana, e estará aberta ao público de 24 de fevereiro a 26 de abril.

A exposição faz parte do projeto “Paisagem e meio ambiente como ícones de um povo”, aprovado pela Funcap por meio do edital de Circulação e Formação Cultural PNAB nº 07/2025 com recursos da política nacional Aldir Blanc de fomento à cultura – PNAB (Lei nº 14.399/2022), e contará com a abertura em São Cristóvão no dia 24 de fevereiro, às 10h, para o público em geral.

O título “Verde Vivo” sintetiza a proposta conceitual da mostra ao evocar, de forma aberta e poética, tanto a vitalidade da natureza quanto as tensões políticas, ambientais e territoriais que atravessam os espaços naturais na contemporaneidade.  De acordo com Aline Viana, exposição vai circular por todo o estado de Sergipe, a exemplo de municípios como Canindé de São Francisco, Nossa Senhora da Glória, Neópolis e retornará à Aracaju. Além disso, a contrapartida do projeto serão oficinas de lápis de cor e palestras sobre História da Arte.

“A importância em circular a exposição é devolver às pessoas dos territórios que me servem de inspiração a obra terminada, para que elas também possam ter acesso ao debate artístico. Afinal, como é um debate que busca a conscientização para as causas ambientais, atuar junto a quem vive essa paisagem cotidianamente é muito importante e necessário. Em cada um desses territórios que a exposição percorrerá, será realizada pelo menos uma pintura de paisagem. Assim, a exposição volta a Aracaju atualizada nos debates a serem travados”, disse.

Para ela, Sergipe assume protagonismo nesse debate ao abrigar paisagens emblemáticas como o encontro do Rio São Francisco com o mar e sua intensa relação com o Oceano Atlântico. “A ideia da exposição é a de convidar o público a refletir sobre transformações antrópicas, conservação ambiental e o sentimento de sergipanidade como construção coletiva”, concluiu Aline.

A exposição reúne 16 obras, sendo 10 trabalhos inéditos desenvolvidos no âmbito do projeto original, além de obras complementares que sustentam a curadoria e a expografia. Executadas em lápis de cor sobre papel, as obras apresentam paisagens naturais sergipanas como ícones de identidade, pertencimento e reflexão ambiental, dialogando com o gênero da pintura de paisagem e com os dilemas contemporâneos da relação entre ser humano e natureza.


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