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Aracaju (SE), 17 de abril de 2026
POR: Semed
Fonte: Agência Aracaju de Notícias
Em: 16/04/2026 às 16:41
Pub.: 17 de abril de 2026

Prefeitura realiza oficina artística de grafismo indígena para alunos da Escola Tancredo Neves

A Escola Tancredo Neves é umas das unidades da rede que mais possui alunos autodeclarados indígenas - Foto: Mylena Santos

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal de Educação  (Semed), através da Coordenadoria de Arte e Educação (Coart), organizou nesta quinta-feira, 16, a oficina de Grafismo Indígena na Escola Presidente Tancredo Neves, no bairro Ponto Novo. A ação tem o objetivo de proporcionar aos alunos a compreensão sobre os traços, a importância e a origem da cultura e do grafismo indígena, por meio da teoria e da prática com a pintura do grafismo.

O aluno Max Santos, do 9° ano,  é autodeclarado indígena e enxergou a oficina como uma oportunidade para conhecer mais sobre sua cultura, uma vez que foi seu primeiro contato com o grafismo indígena. “Eu acho muito importante fazer parte desse povo tão importante para o nosso país e estou muito feliz de participar dessa atividade”, disse.

O aluno João Pedro, do 7° ano, entende a importância da oficina para entender mais sobre a história dos povos indígenas. “Achei muito legal e importante conhecer mais sobre a arte indígena. No Brasil eles foram os primeiro habitantes, então nós devemos saber sobre a arte, a história do grafismo indígena”.

O grafismo indígena é a representação de uma identidade cultural e em cada traço e forma, expressa  narrativas e conhecimentos dos povos originários. A Escola Tancredo Neves é uma das unidades da rede que mais possuem alunos autodeclarados indígenas, e a ação em sala de aula é uma oportunidade de os estudantes conhecerem a memória e valorizarem a etnia e a origem do grupo identitário. Na atividade os alunos replicaram os grafismos estudados em uma tela a partir do uso de tinta e pincel.

“Os alunos reproduziram alguns grafismos exibidos em telas, com o intuito de demonstrar a relevância do grafismo e da cultura no cotidiano. O Grafismo Indígena funciona como uma forma de identificação para os alunos e é fundamental que eles sejam reconhecidos pela comunidade escolar e recebam o apoio dos colegas. Buscamos resgatar e valorizar essa estrutura histórica a cada dia”, afirma o coordenador da Coart, Alessandro Felix.

A ação tem o intuito de complementar a teoria trabalhada em sala de aula com os professores sobre os povos indígenas e a oficina consegue ampliar o conhecimentos dos alunos. “A oficina é ótima para quebrar com os estereótipos vinculados aos povos indígenas. É uma oportunidade dos jovens ampliarem seus conhecimentos sobre esses povos e aprenderem mais sobre a contribuição deles para a cultura brasileira. É muito importante essa oficina e ajuda os alunos a conhecerem mais sobre sua identidade como descendentes dos povos indígenas”, explica a coordenadora pedagógica, Renata Monteiro.

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