Aracaju (SE), 26 de outubro de 2021
POR: SSP/SE
Fonte: SSP/SE
Em: 23/09/2021 às 16h19
Pub.: 23 de setembro de 2021

Laudo da Criminalística atesta que grupo estava com sete notas falsas de R$ 200


Grupo foi responsável por ocorrência em que delegado Marcelo Hercos foi baleado.


Laudo da Criminalística atesta que grupo estava com sete notas falsas de R$ 200 (Foto: SSP/SE)

Laudo da Criminalística atesta que grupo estava com sete notas falsas de R$ 200 (Foto: SSP/SE)


O Instituto de Criminalística (IC) identificou que o grupo responsável pelos disparos de arma de fogo contra o delegado Marcelo Hercos estava em posse de sete notas falsas de R$ 200. A partir dos exames periciais, o IC concluiu que as cédulas não apresentam 11 elementos de segurança. Porém, o Instituto de Criminalística (IC) indicou que a falsificação não era grosseira, tendo em vista que produziam diversos aspectos macroscópicos de cédulas autênticas.


As sete cédulas tinham quatro numerações. De acordo com o exame pericial, três delas possuíam a numeração IE012669041. Outras duas apresentavam a numeração HF056774764. Além dessas, outras duas notas tinham as respectivas numerações  IL051824390 e IL032418712. As medidas eram variáveis. O grupo também estava em posse de uma nota de R$ 5 e outras duas de R$ 2.  As três notas de menor valor são verdadeiras.


De acordo com o Instituto de Criminalística, foram feitos exames diretos nas cédulas, por meio de análises óptica e tátil, por meio de lupas monocromáticas, mouse espectral luminescente e comparador espectral de vídeo.


Segundo o laudo pericial, as notas falsas não tinham os seguintes elementos: Marca d'água; Impressões tipográficas; Fundo de segurança em ofsete; Imagem latente; Registro coincidente; Microtextos; Marca tátil; Elementos sensíveis à luz ultravioleta; Impressões calcográficas; Fio de segurança; e Impressão com tinta de variação óptica.

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