Aracaju (SE), 23 de setembro de 2021
POR: SSP/SE
Fonte: SSP/SE
Em: 16/07/2021 às 06h46
Pub.: 16 de julho de 2021

Polícia Civil esclarece feminicídio que ocorreu em pousada na cidade de Maruim


Suspeito do crime encontra-se foragido e denúncias podem ser feitas ao 181.


Polícia Civil esclarece feminicídio que ocorreu em pousada na cidade de Maruim (Foto: SSP/SE)

Polícia Civil esclarece feminicídio que ocorreu em pousada na cidade de Maruim (Foto: SSP/SE)


A Polícia Civil esclareceu o feminicídio de Letícia Vieira dos Santos, 23 anos, que foi praticado no dia 5 de julho, no interior de um quarto de pousada em Maruim. O suspeito, apontado como o autor do disparo de arma de fogo que a vitimou, foi identificado como Geilson da Rocha, conhecido como “Pilson”, 36 anos. Ele encontra-se foragido e informações sobre sua localização podem ser repassadas por meio do Disque-Denúncia (181).


De acordo com as investigações, após o disparo de arma de fogo que a atingiu na cabeça, o suspeito, alegando que iria comprar remédios para ela, conseguiu sair da pousada e fugiu. A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e, dois dias depois, morreu na UTI do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), em Aracaju.


O delegado Ataíde Alves, responsável pelas investigações, requisitou perícia no quarto, onde, dentre outras coisas, havia roupas do casal, pratos, talheres, e uma munição calibre .38. “Empregados do estabelecimento fizeram reconhecimento fotográfico do indiciado, Geilson da Rocha, conhecido como ‘Pilson’, 36 anos, ex-presidiário que já respondeu por homicídios e outros crimes”, acrescentou.


Ainda conforme as investigações, o suspeito era companheiro de Letícia havia alguns meses. “Ambos moravam em Propriá e, na noite do crime, haviam perdido o ônibus para o município, razão pela qual procuraram a pousada em Maruim”, complementou o delegado.


O delegado Ataíde Alves, responsável pelas investigações, representou pela prisão temporária de Geilson por 30 dias, o que foi deferido pela Justiça. Ainda segundo o delegado, já existem elementos de informação suficientes para se representar pela prisão preventiva, o que será feito por ocasião do envio do inquérito, que só aguarda os laudos periciais do Instituto Médico Legal (IML) e da Criminalística. 

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