Aracaju (SE), 12 de julho de 2020
POR: SES/SE
Fonte: SES/SE
Em: 29/01/2020 às 00h00
Pub.: 30 de janeiro de 2020

SES apresenta à Fiocruz intervenções realizadas sobre o derramamento do Petróleo Cru


SES apresenta à Fiocruz intervenções realizadas sobre o derramamento do Petróleo Cru (Foto: SES/SE)

SES apresenta à Fiocruz intervenções realizadas sobre o derramamento do Petróleo Cru (Foto: SES/SE)

Na manhã desta quarta-feira, 29, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS), envolvendo as suas Gerências, realizou uma reunião no Centro Administrativo da Saúde (CAS), com a pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Maria Cristina Mitsuko Peres. A reunião teve como objetivo apresentar as ações realizadas pela SES em relação aos desafios colocados pelo derramamento de petróleo cru para a saúde da população.


Durante a reunião, foi realizado pela pesquisadora, um questionário oral contendo perguntas referentes a atuação da SES. As respostas acompanhadas das imagens fornecidas pelas Gerências atuantes serão utilizadas como dados a serem apresentados no Seminário Nacional sobre Atuação do Setor da Saúde no Desastre envolvendo Manchas de Petróleo Cru, que será realizado pela Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM/MS), no início de abril, em Salvador. De Antemão, a pesquisadora relata satisfação ao observar as ações realizadas.


“Analisando a apresentação referente aos trabalhos da SES, frente a esse desastre, ressaltando a perspectiva de que ninguém esperava que acontecesse este fato ambiental, a SES teve uma boa capacidade de organização e de atuação frente ao desastre. Uma grande capacidade de articulação, uma boa comunicação, realizaram ações em conjunto com os municípios que envolveram as comunidades, sendo assim, são ações bastantes positivas”, enfatiza Maria Cristina Mitsuko Peres.


De acordo com o gerente da Vigilância Ambiental, Alexsandro Bueno, a SES por meio da DVS, continuará realizando atividades em relação ao derramamento de óleo. “A SES continuará envolvida, acompanhando os municípios que foram afetados e dando os suportes necessários, seguindo as orientações do Ministério da Saúde. Iremos também realizar o monitoramento, caso haja alguma novidade em relação ao pescado ou qualquer outro tipo de situação envolvendo os danos psicossociais das populações afetadas”, ressalta Alexsandro Bueno.

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