12 de novembro de 2019
POR: Prefeitura de Aracaju
Fonte: Prefeitura de Aracaju
Em: 11/11/2019 às 18h44

Prefeitura e Governo traçam estratégias para auxiliar as famílias de pescadores afetadas pelas manchas de óleo


A Prefeitura de Aracaju, por meio das secretarias municipais da Assistência Social e do Meio Ambiente, e o Governo de Sergipe, por intermédio da Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência Social e Trabalho (Seit), reuniram-se, nesta segunda-feira, 11, para discutir sobre a situação das famílias de pescadores que foram afetadas com o surgimento das manchas de óleo no litoral sergipano. Em Aracaju, cerca de 460 famílias de pescadores estão inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).


Inicialmente, a ideia é inserir todas as famílias no Cadastro Único do governo federal (Foto: Assistência Social/ Prefeitura de Aracaju)

Inicialmente, a ideia é inserir todas as famílias no Cadastro Único do governo federal (Foto: Assistência Social/ Prefeitura de Aracaju)


O encontro, que também contou com representantes de comunidades que sobrevivem da pesca, teve como objetivo analisar o atual cenário que afeta, diretamente, as famílias que exercem a atividade pesqueira e traçar estratégias para angariar recursos através do governo federal com o intuito de ajudar os pescadores prejudicados que já estão sentindo os efeitos do desastre natural.


Inicialmente, a ideia é fazer com que todas as famílias sejam inseridas no CadÚnico, ferramenta do governo federal  que é responsável por incluir as famílias em situação de vulnerabilidade social nas políticas públicas das esferas municipal, estadual e federal.


De acordo com a secretária adjunta da Assistência Social de Aracaju, Simone Passos, famílias de sete áreas da capital sergipana podem ter sido afetadas pelas manchas de óleo que chegaram à costa sergipana no final de setembro.


“Sabemos que nas sete áreas onde foram encontrados vestígios do óleo existem pessoas que sobrevivem da pesca que, infelizmente, já estão sendo prejudicadas. O que estamos querendo saber é quem são essas famílias, quantas são no total, se todas já estão no Cadastro Único entre outras informações para que possamos tentar intervir e garantir os benefícios da política de assistência social. Vamos entrar em contato com as colônias de pescadores e associações para que possam nos ajudar em meio ao processo de identificação para que possamos estudar os casos e atuar em benefícios das famílias”, explicou Simone.


Com a organização dos dados, a Seit analisa a possibilidade mandar um relatório situacional ao governo federal com a perspectiva de angariar verbas que possam ser destinadas aos pescadores afetados com o intuito de amenizar os transtornos ocasionados.


“A inserção das famílias no Cadastro Único é o primeiro passo para que possamos auxiliar essas famílias, uma vez que, para terem acesso aos programas e benefícios sociais, os usuários dos serviços da Política Pública de Assistência Social devem estar inseridos na ferramenta. O que estamos fazendo aqui é justamente organizando os dados, para que os pescadores afetados que necessitam de apoio possam ter acesso aos benefícios do Sistema Único de Assistência Social”, destacou a representante da Seit, Elaine Barroso.

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