Aracaju (SE), 20 de setembro de 2020
POR: SES/SE
Fonte: SES/SE
Em: 12/08/2020 às 13h45
Pub.: 12 de agosto de 2020

Cardiologista alerta sobre a importância de cuidar da saúde do coração


A preocupação com esse grupo aumenta, sobretudo, nesse período da pandemia da Covid-19, quando a pessoa com problemas cardíacos se torna do grupo de risco.


Renato Mesquita, Cardiologista do Huse (Foto: SES/SE)

Renato Mesquita, Cardiologista do Huse (Foto: SES/SE)

Na próxima sexta-feira, 14, é celebrado o Dia do Cardiologista, data que tem por objetivo reforçar a importância do trabalho deste profissional, além de também alertar a população sobre os cuidados que devem ter com a saúde do coração. Principalmente nesse período da pandemia da Covid-19, quando a pessoa com problemas cardíacos se torna do grupo de risco. A profissão exige muita dedicação ao paciente, e é cheia de desafios, como conta o cardiologista do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), gerenciado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), Renato Mesquita.


“Em geral as pessoas só lembram de cuidar do coração quando ele está doente, fato que causa muita preocupação entre nós, cardiologistas, por isso, temos feito um trabalho muito grande de conscientização e educação com a geração que ainda não está doente. Evitar bebida alcoólica, fumo e alimentos gordurosos é outra recomendação, pois estes hábitos potencializam as doenças cardiovasculares. A pressão alta, diabetes e colesterol alterados são fatores de risco e um perigo também para os cardiopatas e os infectados pelo coronavírus”, explicou o cardiologista.


Todos, em qualquer idade e lugar, necessitam dos serviços oferecidos pelo médico cardiologista, independentemente do seu tipo de vida, seja atleta ou sedentário, é importante ir ao cardiologista regularmente. Deste modo, o cardiologista é o médico profissional responsável por se ocupar do diagnóstico e do tratamento de doenças e disfunções relacionadas com o sistema cardiovascular. Eles também orientam os pacientes sobre hábitos do dia a dia.


“No lado prático, nós somos responsáveis por tratar as doenças crônicas degenerativas que mais matam no mundo, que é o colesterol alto, a pressão alta, que corresponde a uma carga de óbitos razoavelmente grande. É possível ver o impacto positivo da vida desses pacientes com o tratamento medicamentoso, mas converso com os meus pacientes que o mais importante não é o remédio que você toma, e sim o que você faz associado a essas medicações. Encaro o cardiologista como um grande educador de saúde”, disse o médico


O médico Renato Mesquita, destaca a paixão pela profissão. “Além de cardiologista sou professor, então a paixão que eu tenho pela especialidade, pelo ser médico é grande. A cardiologia é só mais uma ferramenta dentro do arsenal que temos como médico. Quando a gente se coloca na capacidade de mudar a vida do doente, com a palavra, orientações e remédios temos o orgulho, prazer e vivacidade de ser cardiologista”, finaliza.

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