20 de fevereiro de 2020
POR: SES/SE
Fonte: SES/SE
Em: 19/02/2020 às 15h48

Vai brincar o Carnaval? Confira dicas de Saúde da Vigilância Sanitária Estadual


Vai brincar o Carnaval? Confira dicas de Saúde da Vigilância Sanitária Estadual (Foto: SES/SE)

Vai brincar o Carnaval? Confira dicas de Saúde da Vigilância Sanitária Estadual (Foto: SES/SE)

O Carnaval chegou e a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Coordenadoria de Vigilância Sanitária (Covisa), vem lembrar os foliões que, para aproveitar bem as brincadeiras, não podem descuidar da saúde, principalmente em relação ao consumo de alimentos comercializados em barracas e ambulantes. É muito comum nesta época, o aumento de casos de infecções alimentares e problemas gastrointestinais causados pela ingestão de produtos contaminados por falta de higiene e acondicionamentos inadequados.


Segundo o coordenador da Vigilância Sanitária, Ávio Britto, a visualização do que será consumido é muito importante. “A Vigilância Sanitária tem uma grande preocupação com o consumo de alimentos porque é preciso que o consumidor visualize aquilo que vai consumir. Verificar o aspecto do alimento, o aspecto da banquinha que está ali vendendo o produto, o aspecto do isopor que o ambulante está utilizando, como o alimento está armazenado, se obedece aos padrões de higiene, se a pessoa que manipula os alimentos está com gorro, avental e luvas, tudo isso é muito importante”, disse.


Até o cuidado com a procedência do gelo utilizado pelos ambulantes é fundamental, já que existem dois tipos do produto: aquele que é próprio para o consumo e aquele que serve apenas para refrigerar. “O gelo que o folião vai usar no suco, refrigerante ou uísque tem cor mais cristalina e formato redondo. O outro tipo, que chamamos de gelo escamoteado, são barras grande que se quebram de forma irregular e é de uso exclusivo para refrigerar o alimento ou o líquido”, alertou.


Para o consumo de sucos em bares e restaurantes, a higienização das frutas, antes de colocar na água, é imprescindível, não só pela contaminação natural das mãos, mas também pela presença de agrotóxicos. A recomendação é válida, ainda, para o consumo em casa. “Outra coisa importante, nós estamos num estado litorâneo e há venda de alimentos na praia, acondicionados em bandejas, no sol quente, feitos com muitas horas de antecedência e sem o conhecimento das condições higiênico-sanitárias da cozinha. O consumo desse tipo de alimento de baixa qualidade pode provocar problemas como náuseas, vômitos, diarreia”, explica o coordenador.


Todos os ambulantes, obrigatoriamente, precisam participar dos Cursos de Manipulação de Alimentos e as vigilâncias dos 75 municípios, de acordo com o coordenador, são responsáveis por essa capacitação, com o apoio da Vigilância Sanitária Estadual, oportunidade em que aprendem como trabalhar com os alimentos, questões de higiene e formas adequadas de acondicionamento.


“Reforço que, para todo tipo de alimento que se queira consumir, é preciso visualizar a estrutura de armazenamento e acondicionamento. Além disso, é importante consumir muita água para manter o corpo hidratado, evitar tomar bebida alcoólica em excesso, e usar protetor solar se for à praia ou ficar sob exposição solar e, se beber, não dirija”, concluiu.

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