21 de novembro de 2019
POR: F5 News
Fonte: F5 News
Em: 21/11/2019 às 08h56
Atualizada: 21/11/2019 às 14h59

Petrobras assina contrato de arrendamento de fábricas de fertilizantes


Deputado Laércio foi ao evento e festejou solução de importante questão econômica e social.


Petrobras assina contrato de arrendamento de fábricas de fertilizantes (Foto: Facebook/ Fafen)

Petrobras assina contrato de arrendamento de fábricas de fertilizantes (Foto: Facebook/ Fafen)


Está marcada para esta quinta-feira (20) uma reunião na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, para assinatura dos contratos de arrendamento das Fábricas de fertilizantes nitrogenados de Sergipe (Fafen-SE) e da Bahia (Fafen-BA).


Os detalhes do contrato a ser celebrado com a Proquigel Química S.A e os valores da operação ainda não foram divulgados pela Companhia. O arrendamento é pelo período de dez anos, renováveis por mais dez.


Segundo o secretário do Desenvolvimento de Sergipe, José Augusto Carvalho, a operação da Fafen é essencial neste momento em que o estado busca projeção no mercado do gás, respaldado em sua capacidade produtiva.


"O fertilizante nitrogenado tem sua única matéria-prima e seu combustível é o gás. No custo do fertilizante, falando da uréia, 56% é proveniente do gás, ou seja, como a natureza deixou o gás na nossa costa, temos que aproveitar", declarou ao F5 News.


O deputado federal Laércio Oliveira (PP/SE) fez questão de comparecer à assinatura dos contratos. "Nossa luta foi grande para que esse arrendamento acontecesse. O fechamento da Fafen de Sergipe gerou um impacto econômico muito negativo, em termos de geração de emprego e renda por toda uma cadeia produtiva que servia à fábrica. Agora, podemos respirar aliviados", disse Laércio ao F5News. "A hibernação da Fafen era um contrassenso diante das perspectivas do novo mercado do gás a ser explorado em breve no estado, sobretudo a partir da entrada em operação da termelétrica no município de Barra dos Coqueiros. Nosso momento é de trabalhar pela atração de indústrias com base nesse importante insumo; a Fafen fechada acenava na direção contrária. Felizmente, isso foi resolvido", completou o parlamentar.


A fábrica de Sergipe entrou em operação em 6 de outubro de 1982 e marcou um novo ciclo do desenvolvimento no estado. A unidade tem capacidade de produção total de ureia de 1.800 t/dia, mas está em processo de hibernação desde janeiro deste ano em razão da saída da estatal do mercado de gás natural.


Também comercializa amônia, gás carbônico e sulfato de amônia (também usado como fertilizantes, capaz de produzir até 303 mil toneladas/ano, equivalente a 80% da exportação da região Nordeste em 2014).

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