21 de agosto de 2019
POR: Jucese/SE
Fonte: Jucese/SE
Em: 20/08/2019 às 10h46

Jucese 100% Digital torna o ambiente de negócios mais dinâmico em Sergipe


Projeto do Governo do Estado oferece abertura, alteração e baixa de empresas exclusivamente digital a partir de 1º de setembro.


A partir de setembro, registro empresarial será feito totalmente via Portal Agiliza Sergipe (Foto: Jucese/SE)

A partir de setembro, registro empresarial será feito totalmente via Portal Agiliza Sergipe (Foto: Jucese/SE)


Já imaginou a demora que deve ser abrir uma empresa com sócios de vários Estados diferentes? A simples assinatura do contrato social pode levar dias e dias. Agora, imagine assinar o contrato, bem como realizar outros procedimentos necessários para a abertura do negócio, totalmente pela internet, sem a necessidade de deslocamentos, cópia autenticada de documento de identificação, reconhecimento de assinatura em cartório? Com a “Jucese 100% Digital” tudo isso é possível.


O projeto do Governo do Estado, através da Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese), possibilita que a abertura, alteração e baixa de uma empresa sejam feitas exclusivamente pela internet, por meio do uso de certificado digital e-CPF do empresário(s), eliminando-se a entrada física, ou seja, o uso do papel em documentos e atos empresariais. De qualquer lugar do Brasil ou do mundo, o empresário assina eletronicamente a documentação referente ao registro da empresa e envia à Jucese, através do Portal de Serviços Agiliza Sergipe (www.agiliza.se.gov.br).


Sócio de três unidades de uma rede de franquias de depilação a laser, a Espaço Laser, em Aracaju, Cesar Tavares sabe bem disso. Ele estava na Argentina no momento de abrir a terceira empresa na Capital sergipana, mas, mesmo assim, conseguiu assinar o contrato social – juntamente com seus três sócios -, por meio do uso de certificado digital, e, assim, registrar a abertura da empresa na Jucese.


Mais dinâmico e menos burocrático
“Eu sou um entusiasta do digital. Do ponto de vista do empresário, é muito melhor utilizar o certificado digital, pois não perdemos tempo circulando papel de lá para cá. É uma conveniência que acaba fazendo a diferença. No nosso caso especificamente, como somos uma empresa regional, temos operações em mais de um Estado, acaba que os sócios ficam divididos. Então, se não tivesse o certificado, esse documento ficaria voando o Brasil inteiro”, relata Cesar Tavares, que fica baseado em Recife/PE.


Optativo desde 2017, o formato totalmente digital começará a ser a única opção para os empresários registrarem uma empresa na Junta Comercial a partir de 1º de setembro, conforme cronograma estabelecido. O objetivo é tornar o registro empresarial mais dinâmico e menos burocrático.


“Essa opção do uso do certificado digital para assinar os documentos é, com certeza, super vantajosa, pois dinamiza o registro empresarial. Eu fico em Sergipe e outros sócios em São Paulo, por exemplo. Então, é papel indo e vindo, fora que o gasto com esses envios é alto”, reforça a empresária Erica Menezes, também sócia da rede de depilação. Ela fica baseada em Sergipe, cuidando dos negócios da franquia no Estado.


A empresária lembra que o que demoraria dias para se assinar um documento, agora é possível em questão de minutos. “É só a gente estar com o certificado digital que consegue assinar de qualquer computador e de qualquer lugar do mundo”, diz.


Economia de tempo e dinheiro
Para o empresário Hugo Esoj, proprietário de uma hamburgueria, a Don’Afra, e de um restaurante especializado em yakisoba, a Yakisoba Aju, o registro exclusivamente online de empresas na Jucese só veio para somar. “O certificado simplifica minha vida de uma maneira geral. A praticidade é muito grande, pois não precisa do deslocamento para alterar o processo, nem gastar com os custos de cartório para validar, reconhecer firma de documento e assinatura. Tudo se resolve com alguns cliques”, afirma.


Hugo destaca também a economia que a tramitação digital proporciona. “Nós que estamos começando, o pequeno empresário, não ganhamos com o que vendemos e sim com que economizamos. A economia é o nosso lucro. Não adianta faturar R$ 100 mil e gastar R$ 100 mil. É melhor faturar R$ 10 mil e só gastar R$ 5 mil”, aponta.


Presidente da Junta Comercial, Marco Freitas, reforça que, com a transação totalmente on-line dos processos empresariais, a intenção é oferecer serviços modernos, ágeis, seguros e eficientes. “Seguindo a linha do Governo do Estado, que busca implantar uma gestão 100% digital com a finalidade de prestar um serviço melhor ao cidadão, nós da Jucese trabalhamos sempre para facilitar a vida dos empresários que desejam empreender e daqueles que já empreendem em nosso Estado. Diante do momento difícil que o nosso país atravessa, é extremamente importante que os órgãos públicos trabalhem para desburocratizar o ambiente de negócios”, afirma.

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