11 de fevereiro de 2019
POR: Adiberto de Souza
Fonte: Destaque Comunicação
Em: 11/02/2019 às 11h48

Escritora lança em Aracaju "Oito Histórias de Saudade"


A escritora Márcia Quannyn lançou em Aracaju o livro “Oito Histórias de Saúde – para ressignificar o luto”. A autora define a obra como uma produção "livre de lições e abundante de compreensão". A noite de autógrafos aconteceu na Faculdade Estácio de Sergipe, tendo sido muito prestigiada por professores e alunos, particularmente, os do Curso de Psicologia.


Escritora Márcia Quannyn (Foto: Via Destaque Comunicação)

Escritora Márcia Quannyn (Foto: Via Destaque Comunicação)


Assiste social por formação, Márcia Quannyn sempre focou a sua carreira na ajuda às pessoas enlutadas, trabalho que vem realizando desde 2011, quando fundou o grupo Amigos Solidários na Dor do Luto, além de coordenar o Projeto A Vida Não Para, ambos desenvolvidos no Rio de Janeiro. Ela conta que foram destes coletivos que surgiram os personagens da obra Oito Histórias de Saudade. 


Márcia Quannyn foi pioneira no Rio de Janeiro na realização de reuniões presenciais para discutir a elaboração do luto. A assistente social conta que seu projeto foi desenvolvido após ter percebido a enorme carência neste tipo de serviço especializado, fato que, somado à falta de conhecimento da sociedade acerca do tema, costuma levar muitas pessoas aos consultórios médicos.


Quannyn define o seu primeiro livro como uma produção "livre de lições e abundante de compreensão". O seu objetivo foi de, com os relatos reais dos participantes dos grupos, compartilhar com os leitores as emoções e sentimentos que, geralmente tomam conta de quem perde um ente querido.


A atriz Cissa Guimarães está na lista de seguidores do trabalho de Quannyn e, no ano passado, aceitou o convite para ser madrinha da campanha A Vida Não Para, que tem como escopo a realização de ações em apoio na elaboração do luto. O projeto é desenvolvido quinzenalmente no Crematório e Cemitério da Penitência, no bairro do Caju, na Zona Portuária do Rio de Janeiro.


A médica Maiéve Corralo, que assina o prefácio do livro, destaca o perfil profissional da assistente social. "Quando a Márcia me contou sobre o projeto do luto tive certeza que seria um sucesso e que muitas pessoas poderiam ser beneficiadas com tamanha positividade. Porque ela nos faz perceber que sempre existe uma saída, que outras pessoas podem estar precisando da gente e que não podemos nos dar ao luxo de desistir desta vida quando os outros dependem de nós", frisa Corralo.

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