16 de julho de 2019
POR: SSP/SE
Fonte: SSP/SE
Em: 16/07/2019 às 10h08

Papiloscopistas identificam homem que faleceu em unidade de saúde da capital e encontram família


A identificação foi possível a partir da coleta das digitais e busca nos arquivos do Instituto.


Papiloscopistas identificam homem que faleceu em unidade de saúde da capital e encontram família (Foto: SSP/SE)

Papiloscopistas identificam homem que faleceu em unidade de saúde da capital e encontram família (Foto: SSP/SE)


O trabalho dos papiloscopistas do Instituto de Identificação resultaram na identificação de Ubiraí Araújo Silva, que teria 48 anos atualmente. Ele tinha sido encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento Nestor Piva, na capital, sem nenhuma documentação e inconsciente. Os papiloscopistas o identificaram e também localizaram a família dele.


A papiloscopista Gisely Roberta explicou que o Instituto de Identificação foi acionado pela unidade de saúde para tentar identificar o então paciente e comunicar a situação de saúde à família. A partir do chamado, foram iniciados os procedimentos para chegar a identidade do homem que encontrava-se internado.


“Papiloscopistas do Instituto de Identificação se deslocaram a unidade para realizar a coleta das impressões digitais, primeiro passo do processo de identificação. Em seguida, foi realizada uma ampla pesquisa no arquivo manual, mesmo sem nenhum dado, somente com impressões digitais em um arquivo denominado decadactilar”, destacou.


Por meio de comparações, chegou-se a identidade do então paciente. “Por meio da comparação de minúcias, que são pontos característicos das impressões digitais, descobrimos que o corpo tratava-se de Ubiraí Araújo Silva, que teria hoje 48 anos, filho de Manoel Barbosa Silva e Maria Carmozita Araújo Silva”, complementou a papiloscopista.


Diante da identificação, o próximo passo foi chegar até os familiares para fazer a comunicação e possibilitar a liberação do corpo, sem que fosse enterrado sem nenhuma identificação.


“Também por meio dos sistema de identificação, chegamos a um endereço de um irmão dele. No local, encontramos dois irmãos que informaram que ele estava morando nas ruas e que ele tinha perdido o contato com a família”, detalhou. 


O Instituto de Identificação não só trata da identificação de cadáveres, mas também de pessoas vivas hospitalizadas. Os hospitais acionam o Instituto de Identificação em todo momento que o paciente não portar documentos, estar inconsciente ou havendo dúvidas sobre a identidade.

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