28 de junho de 2019
POR: SSP/SE
Fonte: SSP/SE
Em: 28/06/2019 às 11h43

SSP apresenta detalhes sobre a investigação da morte do designer de interiores Clautenis Santos


Um policial civil foi indiciado pelo crime de homicídio culposo.


SSP apresenta detalhes sobre a investigação da morte do designer de interiores Clautenis Santos (Foto: SSP/SE)

SSP apresenta detalhes sobre a investigação da morte do designer de interiores Clautenis Santos (Foto: SSP/SE)


A Secretaria da Segurança Pública realizou na manhã desta sexta-feira, 28, coletiva para apresentar detalhes sobre as investigações da morte do designer de interiores Clautenis José dos Santos, morto dentro de um táxi durante abordagem policial civil no dia 8 de abril deste ano, no conjunto Bugio, na capital sergipana.


O delegado da Corregedoria da Polícia Civil, Júlio Flávio, informou que concluiu as investigações e que um dos policiais civis envolvido na ocorrência foi indiciado por homicídio culposo. "Como resultado das investigações, decidimos indiciar um dos policiais pelo homicídio culposo da vítima Clautenis José dos Santos. Houve uma abordagem policial e em nenhum momento os policiais envolvidos quiseram esse resultado, mas por uma série de circunstâncias e variáveis, chegou-se a esse resultado trágico que foi a morte de Clautenis. Um dos policiais foi indiciado por homicídio culposo porque faltou a cautela e a prudência devida naquele momento", explicou o delegado à frente do inquérito policial.


Na oportunidade, a perita criminal Fernanda Faro, do Instituto de Criminalística, explicou sobre o trabalho pericial realizado no caso. "A reprodução simulada é feita confrontando versões entre si e do confronto das versões com os vestígios dos laudos periciais. Por meio desse confronto, conseguimos determinar a dinâmica do fato, a posição dos envolvidos e o momento em que a vítima foi atingida. Nós utilizamos como base vários laudos do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal de microcomparação balística, laudo cadavérico, de áudio e vídeo. Nós embasamos a reprodução tanto nas versões quanto na prova material que obtivemos", concluiu a perita.


Também participaram da coletiva Nestor Joaquim, diretor da Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp), e Luciano Homem, diretor do Instituto de Criminalística. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e tramita em segredo de justiça na 5ª Vara Criminal.

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