Aracaju (SE), 26 de janeiro de 2021
POR: Prefeitura de Aracaju
Fonte: Prefeitura de Aracaju
Em: 06/01/2021 às 15h30
Pub.: 07 de janeiro de 2021

Prefeitura orienta sobre sintomas e diagnóstico das doenças transmitidas pelo Aedes


A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), orienta a população a ficar cada vez mais em alerta para evitar o surgimento de criadouros do mosquito Aedes aegypti, responsável pelos casos de dengue, zika e chikungunya.


Saúde de Aracaju orienta sobre os sintomas, diagnóstico e programação das ações da dengue, zika e chikungunya (Foto: Ascom SMS Aracaju)

Saúde de Aracaju orienta sobre os sintomas, diagnóstico e programação das ações da dengue, zika e chikungunya (Foto: Ascom SMS Aracaju)


Embora semelhantes, os sintomas entre as três doenças apresentam algumas diferenças. A dengue provoca febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, fraqueza, dor atrás dos olhos, náuseas, vômito e coceira no corpo. Já a chikungunya tem sintomas parecidos com os da dengue, com dores mais intensas nas articulações. A zika apresenta manchas vermelhas no corpo, coceira, febre baixa e dor de cabeça.


De acordo com o gerente do Programa Municipal de Controle do Aedes aegypti da SMS, Jeferson Santana, é importante que as pessoas que apresentem sintomas de uma das três doenças, não se automediquem, procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS), onde passam por triagem e os profissionais de saúde realizam o exame.


“Nós alertamos as equipes de campo que ao perceber alguém na casa com algum sintoma, orientem o morador a procurar a UBS mais próxima da residência. As UBS estão aptas a colher o sangue e realizar o exame sorológico. É por meio dele que temos o diagnóstico clínico, tomando por base os sinais e sintomas apresentados pelo paciente”, explica Jeferson.


O profissional de saúde leva em consideração os sinais e o período oportuno do sintoma apresentado pelo paciente. Para o diagnóstico da dengue, zika e chikungunya é realizado o exame de sorologia. “O teste sanguíneo é capaz de detectar a doença do vírus nos primeiros sete dias de infecção. Coletado o exame, as Unidades enviam o material para o Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe [Lacen], que atua como agente notificador dos agravos em saúde pública”, enfatiza.


Gestantes
No caso das gestantes assintomáticas em relação às três doenças, a recomendação é realizar o teste. Se negativo, fica afastada a suspeita da infecção. As gestantes com sintomas devem seguir a mesma orientação das outras pessoas. As grávidas precisam ficar atentas com relação ao zika, pois é a única que pode resultar em má formação para o bebê.


LIRAa
Na segunda-feira (4), teve início o primeiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) do ano. O LIRAa observa bairros com maior infestação e índice.


Ações intensificadas
Paralelo ao trabalho do LIRAa, entre terça e quinta-feira desta semana, dias 5, 6, e 7, os bairros São José, Grageru e Getúlio Vargas recebem a aplicação do fumacê costal. No próximo sábado, dia 9, o Mutirão de combate ao Aedes aegypti será no bairro Jardins. 
 
“Vale destacar que o mutirão e a aplicação do fumacê são ações de reforço do trabalho que é feito diariamente nos bairros da capital. Mas a conscientização da população é essencial para que esse trabalho faça sentido. O proprietário ou morador do imóvel precisa ficar atento ao que pode se tornar um reservatório de água e um possível foco do mosquito, para eliminá-lo”, orienta.


Apoio da população
Para ajudar ainda mais no combate, a população também precisa estar atenta e inspecionar, frequentemente, suas próprias residências. As pessoas devem, pelo menos uma vez por semana, inspecionar suas casas em busca de possíveis focos da dengue.


“Além disso, sempre verificar se a caixa d’água está totalmente fechada, e não guardar entulhos ou vários objetos acumulados que possam se tornar focos de dengue. Também é importante, para quem tem quintais, verificar se há folhas ou vegetais com água, colocar areia nos vasinhos das plantas, e deixar emborcadas as garrafas e pneus para não acumularem água parada”, destaca.

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