16 de janeiro de 2019
POR: SES/SE
Fonte: SES/SE
Em: 16/01/2019 às 00h00

SES de Sergipe informa sobre a prevenção e cuidados com a cãibra


Cirurgião geral do Huse, Marcos Rogério Kroger Galo (Foto: SES/SE)

Cirurgião geral do Huse, Marcos Rogério Kroger Galo (Foto: SES/SE)

Você sabia que o uso exagerado da musculatura, a desidratação, a baixa temperatura, a má circulação, a compressão de raízes nervosas, a carência de sais minerais, a dor de crescimento nas crianças, o uso de suplementos, a gravidez, doenças como diabetes, anemia, insuficiência renal e tireoide podem causar cãibras? Sempre preocupada com o bem-estar da população sergipana a Secretaria de Estado da Saúde (SES), traz orientações importantes sobre este problema tão recorrente.


De acordo com o médico cirurgião geral e plantonista da cirurgia do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), gerenciado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), Marcos Rogério Kroger Galo, cãibra é o evento resultante de uma contração muscular repentina, intensa e desorganizada. Ocorre na forma de espasmos dolorosos e são ocasionais, durando menos de um minuto, e desaparecendo espontaneamente.


As cãibras são mais comuns nos membros inferiores, mas podem acontecer em qualquer músculo. “Na ocorrência da cãibra deve-se alongar o membro e aguardar passar o espasmo. Calor local pode ser aplicado para aliviar. Analgésicos e anti-inflamatórios não têm utilidade. Cãibras não têm cura, mas alguns cuidados podem prevenir a repetição das crises como alongamentos, boa hidratação e alimentação balanceada”, explica Dr. Marcos.


Mulheres grávidas podem sentir cãibras, o que é normal na gestação. “Podem acontecer em quase metade das gestantes. Porém, é importante não confundir a cãibra, que é ocasional, com a contração uterina, que é cíclica. Na dúvida, o obstetra deve ser consultado imediatamente”, ressalta o médico.


Geralmente, a aparecimento da cãibra é algo simples, porém pode ser um sinal de doenças sistêmicas como diabetes, anemia, insuficiência renal e tireoide. “Persistindo os sintomas, deve-se procurar uma consulta com um médico clínico geral com brevidade. Quanto a ser uma predisposição genética, ainda não existe comprovação científica definitiva, mas estudos estão sendo realizados”, conclui o especialista.

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