14 de maio de 2019
POR: Ferreira Filho
Fonte: Ferreira Filho
Em: 13/05/2019 às 19h40

A revisão do corte?



Terça-feira, 14 de maio de 2019


A revisão do corte?


Está na pauta das discussões políticas do país inteiro, o anúncio feito pelo Governo Federal através do Ministério da Educação, do corte de 30 % do orçamento das universidades e institutos federais de todo país. O barulho é grande, a nota que é baixa.


As universidades e institutos federais são de muito valor para o ensino superior brasileiro, todavia, não estão descartadas de passarem por uma avaliação econômica do custo/benefício num comparativo com universidades privadas, que gastam muito menos, e produzem muito mais, e dentro de um calendário disciplinado dos períodos de graduação até a formatura. Sinceramente, difícil de acontecer na pública.
 
Quem se planeja para pegar o canudo de sua formação dentro de uma universidade pública, já faz com uma margem folgada de atraso, certo dos obstáculos que encontrará na sua caminhada universitária, e de toda ordem. Exemplo prático disso, para quem tem parentes e amigos na UFS, sabe que o semestre começou próximo dos trinta dias passados, enquanto as particulares já caminham para a conclusão do mesmo.


Essa diferença temporal da formação nas universidades e institutos federais implica em custos contínuos, pois, a estrura física e humana que lá existem não param de consumir os investimentos governamentais destinados para manutenção e salários durante essas largas paralisações.


Parece que os governadores do nordeste, que estiveram reunidos com o presidente da república Jair Bolsonaro semana passada também pensam assim. Tanto é que entregaram uma Carta assinada pelos nove executivos estaduais pedindo uma revisão do corte de 30% do orçamento das universidades e institutos federais. Porque uma revisão, e não a revogação total do corte? Admitem que existe excesso? Ou concordam que há uma má aplicação dos recursos?


O fato é que se faz muita política mesmo quando a coisa é pública, e a qualidade da formação termina numa condição secundária, salvando-se os abnegados e dedicados por suas formações, sabendo do mercado futuro que irão enfrentar e, por isso, muitos poucos são graduados com as notas exigidas por grandes empresas.



Seis por meia dúzia
Na manhã desta segunda-feira, 13, o prefeito Edvaldo Nogueira deu posse ao novo secretário de meio ambiente de Aracaju, Alan Alexander. O novato é uma indicação do Partido Progressista do deputado federal Laércio Oliveira. O curioso foi o discurco do alcaide, que não deixou dúvida na sua motivação para troca do comando da pasta: "Política".


Seis por meia dúzia II
Edvaldo de forma direta disse que precisava do PP compondo a base aliada, mas, que não teria qualquer motivação técnica para substituir Augusto César Viana, diante do seu trabalho realizado na SEMA por dois anos e quatro meses. Simples assim.



"Amigo Garibas"
Quem também recebeu os agradecimentos do prefeito por ter indicado Augusto César para o comando da SEMA no início de sua gestão foi o deputado estadual Garibalde Mendonça, que acompanhou o seu indicado por toda solenidade de posse e transmissão de cargo. Pela amizade existente com o deputado, segundo Edvaldo, o protocolo foi colocado de lado, e o tratamento nominal foi: "Amigo Garibas", como  o chamam frequentemente.



Sete dias sem Mariá
A Igreja Jesus Ressucitado na 13 de julho foi a escolhida para celebração da Missa de Sétimo dia pelo falecimento da educadora do tradicional Colégio do Salvador, Dona Mariá. Familiares, amigos, alunos e ex-alunos estiveram no ato religioso. Para quem teve a oportunidade, como eu, de beber na fonte dos ensinamentos dessa Professora, sabe da riqueza educacional que guardamos pelo conteúdo e zelo de seus ensinamentos. Fica com Deus, Dona Mariá.  


 
Anavitória em Aracaju
Artistas com público cativo em Aracaju, a dupla Anavitória está de volta a Aracaju nesta sexta-feira, dia 17, com a turnê “Voz e Violão”. A apresentação ocorre no Iate Clube, às 20h30. O duo faz um show intimista que deverá ser visto por 25 cidades brasileiras. Ana e Vitória são amigas de escola. Apenas dois anos depois de juntarem as vozes e os nomes na dupla, voaram de Araguaína (Tocantins) para o panteão da música pop contemporânea brasileira. Em 2017, conquistaram o Grammy Latino com a canção ‘Trevo’ e um disco de platina duplo com o single ‘Fica’. E em 2018, se apresentaram no Rock in Rio Lisboa. O novo álbum, “O Tempo é Agora”, vem com um som mais pop catártico e pulsante, o novo show é uma demonstração do amadurecimento artístico da dupla. Os ingressos estão à venda na Central do Ticket ou no shopping Riomar.


 


Imagem de arquivo: Observatório de Políticas Públicas
Contato: ferreirappa@gmail.com/Zap: 79 9 9987 2966
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