19 de Maio de 2017
POR: SES/SE
Fonte: SES/SE
Em: 19/05/2017 às 00h00

Dengue, chikungunya e zika vírus: Secretaria de Estado da Saúde alerta para os cuidados com prevenção


O Informe epidemiológico elaborado entre os últimos dias 7 e 13 pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), através do Núcleo Estratégico da Saúde (Nest), aponta para uma pequena ocorrência de novos casos de febre chikungunya, dengue e de zika vírus em Sergipe. Em relação à microcefalia, não foram registrados novos casos no estado.


De acordo com a coordenadora do Núcleo das Doenças Transmissíveis, Mércia Feitosa, no que diz respeito à dengue, 14 novos casos prováveis foram registrados desde o último informe epidemiológico, realizado entre 30 de abril e 6 de maio. Foram confirmados mais sete, o que representa o total de 151 casos confirmados até o momento, em 2017.


“O maior índice de casos confirmados de dengue ainda estão em Aracaju (66), embora com pequena diminuição comparada ao informe epidemiológico anterior. Um acréscimo foi registrado em São Cristóvão, que passou de 10 para 12 casos. Nossa Senhora do Socorro passou de 26 para 27 casos de dengue nesse intervalo de tempo e Propriá, de 23 para 29, sendo esses dois últimos os municípios com maior número de casos depois da capital”, revelou Mércia Feitosa.


Comparado ao período de grande circulação desses vírus, em 2015 e 2016, Sergipe apresenta pouca notificação de novos casos a cada semana para as três doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Apesar disso, é importante intensificar o controle do vetor devido às condições climáticas e ambientais favoráveis a sua proliferação, sendo necessário o envolvimento de todos, em especial, dos gestores municipais, profissionais de saúde e população nesse processo.


O trabalho de acompanhamento feito pelos agentes de endemias nos municípios sergipanos é complementado pela Brigada Itinerante, força-tarefa do Governo do Estado, por meio da SES, que atua na eliminação e tratamento de possíveis criadouros do vetor nas localidades. A cada ciclo de trabalho dos agentes, as visitas feitas aos imóveis devem ser repetidas e havendo registro dessas visitas, a devida notificação no sistema de informação e a decisão sobre a necessidade de intensificação das ações de combate ao mosquito.


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