03 de maio de 2019
POR: Ferreira Filho
Fonte: Ferreira Filho
Em: 02/05/2019 às 19h25

Baixaria e fraqueza na Alese



 


Alese - Imagem: reprodução/Google

Alese - Imagem: reprodução/Google

Baixaria e fraqueza na Alese


Não é pouco o tempo que acompanho os trabalhos da Assembleia Legislativa. De forma direta são vinte e três anos de registros de bons debates, votações acaloradas, e alguns bate-bocas mais contundentes entre parlamentares. Já vi também algumas manifestações de sindicatos de classe, e por aí vai.


Na sessão de ontem, 2, durante a entrega do título de cidadania sergipana para a ministra Damares Alves, aconteceu uma verdadeira "baixaria", misturada com falta de respeito e educação por parte de alguns "manifestantes" que se encontravam nas galerias, portando cartazes e com gritos exagerados de toda ordem. Até mesmo de baixo calão. Coisa horrível. Algo estarrecedor, bem diferente do que é o povo sergipano.


Alguns se confundem de que a Assembleia sendo a casa do povo pode se fazer o que bem entender, como se não existisse regras para condução dos trabalhos legislativos. O regimento interno da Alese é muito claro, e não permite manifestações das galerias, sejam contra ou a favor. Isso acontecendo, é obrigação de quem está presidindo a sessão cumprir o regimento, e restabelecer a ordem.


Não foi isso que vimos ontem na atuação do presidente Luciano Bispo, apesar de ter anunciado o que diz o regimento. Os manifestantes de forma irresponsável desobedeceram as regras da Casa, promovendo uma cena constrangedora para maioria dos sergipanos, que não concordam com esse tipo de atitude, principalmente, quando somos considerados um povo bem hospitaleiro.


Luciano deveria ter suspenso a sessão, convocar a segurança da Casa para garantir a ordem dos trabalhos, e na insistência da bagunça, ordenar a retirada das galerias dos que continuassem desobedecendo as regras. Faltou firmeza nesse ponto.


Com isso não estimulo o uso da força, mas, sou favorável incondicionalmente ao cumprimento das regras e, principalmente, ao respeito que deve existir em qualquer manifestação, afinal, é possível discordar de conceitos e idéias de outros, desde que não tratemos com constrangimento como registrado na sessão de ontem. Muito feio para os anais da Alese.



Leia Brayner
Para quem acompanha a coluna Plenário do jornalista Diógenes Brayner, a partir de hoje, 3, seu conteúdo só estará disponível no site Faxaju. Até ontem, a coluna também era publicada no jornal impresso, Correio de Sergipe. Vida que segue!



Fábio na estrada
Na audiência com o superintendente do DNIT/SE, Gustavo Defilippo, o deputado Fábio Henrique esteve acompanhado do superintendente da Polícia Rodoviária Federal – Inspetor Xavier, e do superintendente-adjunto da PRF – Inspetor Gabriel. “Fiquei muito preocupado com as informações que recebi. A primeira, é de que a política do Ministério da Infraestrutura é de não iniciar novas obras. Portanto, não serão iniciadas às duplicações da BR 101 de Estância até Cristinápolis, e nem a duplicação da BR 235”, disse o deputado.



Senador Alessandro
Nesta sexta-feira (03), o senador Alessandro Vieira estará rodando por Sergipe com o projeto “Sua Voz no Senado”. Às 9 horas o encontro será no Rotary Club de Lagarto. À tarde, às 14 horas, a reunião será na Câmara de Vereadores de Estância. O objetivo é produzir um diagnóstico participativo, entendendo as necessidades dos municípios e aproximando a população do mandato.



Maratona de Londres
O sergipano Alan Bezerra participou no último domingo, 28 de março de uma maratona em Londres, na Inglaterra. Ele disputou na categoria T2, reservada para atletas com baixa visão. Embora não tenha ganhado a competição, em virtude de uma lesão no joelho direto, Alan acredita que ficou mais próximo do seu sonho: disputar os Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio, no Japão.



Pirambu
A Promotoria de Justiça de Japaratuba Recomendou (Recomendação nº 01/2019) ao prefeito de Pirambu – Distrital de Japaratuba, o imediato afastamento de Antônio Carlos Nunes Vieira, Secretário de Finanças daquele Município. De acordo com a Recomendação, após apuração oriunda de procedimento extrajudicial instaurado pelo MP – (PROEJ 06.16.01.0124) ficou comprovado que o secretário emitiu notas “frias” de empenho, tendo, supostamente, se locupletado, ilicitamente, de verba pública. Os supostos fatos configuram ato de improbidade administrativa e, em tese, de peculato.



Alese - Imagem: reprodução/Google
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