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Cemitério de Estância abre túmulos sem autorização da família e some com os restos mortais

22/8/2013

A família agora cobra explicações.

Após quase seis anos pagando aluguel da sepultura de nº10 do Cemitério N.S.da Piedade, no município de Estância, a família da senhora Vera Lúcia, falecida em 11 de outubro de 2007, procurou a administração do Campo Santo para negociar a compra do túmulo e acabou tendo uma grande surpresa.

Segundo a senhora Marta, irmã da falecida, na última segunda feira, 19, ela resolveu ir negociar o túmulo para poder acomodar os restos mortais do seu pai, do irmão e da senhora Vera, ambos em um único local e evitar o pagamento de três alugueis no mesmo cemitério. Porém, o que seria apenas uma negociação para troca dos serviços (aluguel x aquisição), acabou se transformando em um verdadeiro constrangimento para a família que descobriu que os restos mortais do seu ente querido haviam sumido do local.

“Como a sepultura dela já estava toda arrumadinha com pedra de mármore, eu queria aproveitar e comprar a dela, pois era só acrescentar o nome do meu pai e do meu irmão, mas quando eu cheguei aqui que ele procurou no computador e não achou o nome eu já fiquei desesperada”, destacou a irmã da falecida.

Estarrecidos com a situação, a família retornou na manhã dessa quarta feira, 21, e tiveram outra surpresa ao encontrarem um saco contendo ossadas e uma marcação indicando que aqueles ossos seriam da senhora Vera Lúcia, fato esse contestado pelo viúvo que afirmou com muita propriedade  que aqueles ossos não seriam da sua finada esposa.

“Ela não era ruiva e aqui no crânio ainda tem cabelos ruivos e além do mais, ela utilizava próteses”, enfatizou o senhor Alonso ao segurar em suas mãos um crânio de uma pessoa com dentes e que segundo o cemitério seria a senhora Vera.

De posse dessas informações, a família procurou novamente a administração do cemitério que reconheceu que não pode em hipótese alguma fazer a abertura das gavetas e retirar os restos mortais sem a devida comunicação e autorização da família. O funcionário do escritório que gerencia as questões do cemitério destacou que todos os trâmites do aluguel do jazido para a família da senhora Vera foi realizado pela antiga administração do cemitério e que não sabe ao certo o que foi feito.

Segundo foi explicado pelo funcionário do escritório que administra o cemitério, a túmulo de nº 10 foi negociado para outra pessoa no dia 22 de novembro de 2010, mesmo estando alugado para a família de Vera. Ainda segundo o funcionário, na relação do cemitério estaria constando que vera estava sepultada no túmulo de nº7, porém, a família afirma que o sete está sendo ocupado por outro corpo e que D. Vera estava na dez até pouco mais de um mês trás.

“Estive aqui no mês passado e vi a pedra de mármore com o nome da minha mãe nio túmulo de número dez”, destacou a jovem Tabata, filha de Vera Lúcia.

Segundo Marta, na última segunda feira, quando de fato a família percebeu que haviam retirado os restos mortais da senhora Vera e colocado no túmulo dez ,outro mármore com o nome de outra pessoa, com isso,  a família procurou em todos os cantos do cemitério a pedra com o nome de Vera Lúcia e essa pedra só foi aparecer no dia seguinte, porém , estranhamente os restos mortais não haviam aparecido e apenas nessa quarta, a direção do cemitério apresentou esse saco contendo alguns ossos alegando que seria a mulher em questão, e se não fosse os detalhes da cor dos cabelos e da arcada dentária a família iria ter aceitado a situação e ficado com a ossada errada.

Em conversa com a família, o funcionário do escritório reconheceu o erro e destacou que os ossos terão que aparecer e assim que isso aconteça, se comprometeu em  disponibilizar gratuitamente outra gaveta.

“Vamos disponibilizar outro túmulo  sem custos, cabe localizar agora os restos mortais e depositar a senhora sem custos”, declarou o homem salientando que irá providenciar  um documento original garantindo a isenção da taxa.

“Teremos agora que localizar junto aos coveiros da época a ossada”, completou o homem.

Em entrevista a nossa equipe, a senhora Marta destacou que retornará ainda essa semana para conversar com quem de fato administra o cemitério para poder exigir explicações sobre quem autorizou a abertura  e onde foi colocado os ossos da sua irmã.

“Tiraram sem autorização da família, enterraram outra pessoa e agora os ossos...”, lamentou a senhora

21 de agosto de 2013

Pisca Jr.
Diário Sergipano





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