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Marcelo Déda: `Meu velho, vá com Deus´

6/9/2011

Marcelo Déda exalta trajetória de vida de seu pai ao homenageá-lo antes do sepultamento

Sepultamento aconteceu no cemitério Colina da Saudade, em Aracaju, diante de familiares, amigos e uma grande quantidade de autoridades dos três poderes

"Não só os que têm cargo e poder dão exemplo; os simples também dão exemplo". A simplicidade foi a característica escolhida pelo governador Marcelo Déda ao enaltecer o legado de seu pai, o senhor Manoel Celestino Chagas, falecido nas primeiras horas desta terça-feira, 6, aos 86 anos.

Já ao final da tarde, num discurso emocionado durante a missa de corpo presente que antecedeu o sepultamento, o governador remeteu à trajetória de vida de seu genitor. "Ele era um homem simples e bom; eu digo isso com a maior convicção. Um homem apaixonado pela família", complementou.

No cemitério Colina da Saudade, em Aracaju, diante de familiares, amigos e uma grande quantidade de autoridades dos três poderes, o governador lembrou-se da origem humilde de seu pai, nascido em Paripiranga, na Bahia, filho de um casal de camponeses. "Saiu cedo para Simão Dias. Foi ser soldado de polícia no tempo em que soldado de polícia não era referência para nenhuma família", comentou Déda.

Em Simão Dias, seu pai conheceu Zilda Déda, "filha mais velha de José de Carvalho Déda, homem de classe média, sem fazenda e sem propriedades, mas um pai dos anos 40, que não queria a filha casada com um soldado de polícia". Mas sua força de vontade o fez superar as adversidades e consolidar um relacionamento que gerou cinco filhos.

Antes, Manoel Celestino Chagas ainda ingressou no serviço público, onde exerceu a função de policial fiscal. "Tomava conta de corrente nos postos de fronteira", comentou o governador, dizendo não esquecer a dedicação de seu pai – formado apenas no antigo curso primário – em prol da educação dos filhos. "Criou cinco filhos sem faltar comida, sem faltar livro para estudar, sem atrasar uma prestação".

Segundo Déda, aí estava mais um dos orgulhos singelos do seu pai: "enquanto algumas pessoas têm orgulho de ter uma fazenda, de ter um doutorado, ele tinha orgulho de mostrar a prestação paga, de dizer que passava no comércio e o pessoal o chamava para comprar".

Ao encerrar suas palavras, o governador observou que, ao lado de sua esposa, o homem simples que acaba de deixar este ‘plano’ logo irá proporcionar aos sergipanos algo inédito na história da democracia: ter um filho presidindo o executivo e outro o judiciário estadual, já que o desembargador Cláudio Déda irá presidir o Tribunal de Justiça no próximo ano.

"Que Deus o acompanhe e que fique o seu exemplo: de que quem faz os grandes povos são os simples. Quem edifica as grandes sociedades são os simples. São eles que oferecem o adubo do suor, do trabalho e do amor para que as coisas do mundo aconteçam", concluiu o governador.

Sepultamento

Após receber visitas de populares e personalidades sergipanas durante todo o dia, o velório do senhor Manoel Celestino Chagas ocorreu ao final da tarde, depois da missa celebrada pelo Bispo Auxiliar de Aracaju, Dom Henrique.

 Presente na ocasião, o vice-governador Jackson Barreto descreveu Manoel Celestino como um “homem de bem”. “Foi um funcionário público que criou sua família com dignidade, competência e pôde ver um filho desembargador, as filhas formadas, o outro governador. O que poderia mais almejar um pai que conduziu sua família no caminho da honradez, da honestidade e do trabalho? Quando vejo figuras como Manuel, eu gostaria que todo pai de família se espelhasse em seu exemplo”, colocou Jackson.

Amigo da família, o ex-senador José Eduardo Dutra fez questão de vir a Sergipe acompanhar os últimos momentos do velório. "Ele era um homem que conquistava a todos aqueles que o conheciam; um homem simples, alegre e um exemplo de vida que deixou um grande legado para a família e para os sergipanos", declarou.

O senador Eduardo Amorim também destacou a contribuição dada pelo senhor Manoel Celestino para o engrandecimento de Sergipe. “Ele com certeza soube construir muito, fazer muito, não só para sua família, mas para muitas famílias sergipanas. Ainda bem que ele existiu, que nos ajudou, ajudou ao povo sergipano através de sua família”.

Em meio às autoridades presentes no momento do sepultamento também estavam o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira; a presidente da Assembleia Legislativa, a deputada Angélica Guimarães; o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador José Alves; a presidente do Tribunal de Contas, conselheira Isabel Nabuco; o comandante do Exército em Sergipe, coronel Jefferson Hernandes; o ex-governador Albano Franco, os deputados federais Márcio Macêdo e Valadares Filho, além de vários deputados estaduais, prefeitos e vereadores de todo o Estado.

Secretaria de Estado da Comunicação Social


Familiares e autoridades lamentam a morte de Manoel Celestino Chagas

Ele faleceu aos 86 anos de causas naturais, em casa, ao lado de familiares nas primeiras horas desta terça-feira, 6

Na manhã desta terça-feira, 6, diversos familiares, autoridades e personalidades da sociedade sergipana participaram do velório de Manoel Celestino Chagas, pai do governador Marcelo Déda. Ele faleceu aos 86 anos de causas naturais, em casa, ao lado de familiares nas primeiras horas desta terça. A cerimônia fúnebre ocorreu no cemitério Colina da Saudade, na capital. Emocionado, o governador Marcelo Déda se reservou ao direito de não emitir declarações durante os atos fúnebres.

Para o desembargador Claudio Dinart Déda Chagas, irmão mais velho do governador, esse é um momento onde é difícil expressar sentimentos, mas onde vem à tona o legado deixado pelo digno chefe de família e pai amoroso. “É um momento de muito sentimento, pois é a perda de um ente querido que estava sendo tratado com todo o carinho e atenção que merecia. Ele tinha todo o nosso cuidado, pois, em vida, deu aos filhos e parentes um tratamento especial”, disse o desembargador. “Buscamos lhe oferecer, na fase final de sua vida, todos os cuidados com o amor que ele merecia. Graças a Deus, ele se foi em tranquilidade, sem expressar nenhum sofrimento”, completou Cláudio Dinart.

O desembargador Edson Ulisses de Melo (que é casado com a irmã do governador, a advogada Maria do Carmo Déda Chagas de Melo) também registrou o sentimento de perda vivenciado pela família com a morte do patriarca, o seu sogro Manoel Celestino Chagas. “Ele foi um pai exemplar e teve em torno de si um núcleo familiar organizado e tranquilo. Ele foi referência de dignidade, honestidade e correção e viveu numa família consolidada durante 63 anos. Esta é uma bênção nos dias atuais. Ele morreu no seio da família e sempre foi um homem de bom coração, buscando conviver harmonicamente com os filhos. Sua ‘transição’ também se deu de forma tranquila e angelical, sem expressar dor nem sofrimento”, declarou.

Boas Lembranças

Para o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, amigo do governador Marcelo Déda há mais de 30 anos, este é um momento de dor, mas que é suplantada pelas lembranças de todas as lições deixadas pelo patriarca. “Nessa amizade, eu convivi muito com seu Manoel, com dona Zilda ( a mãe do governador) e com toda a família. Tenho laços até de coincidências familiares, já que minha mãe também é de Simão Dias, tendo a mesma idade de dona Zilda Déda, onde foram contemporâneas. Sempre frequentei a casa de seu Manoel e ele sempre se portou como uma figura extraordinária, uma pessoa marcante que, pelo trabalho e pelo esforço, conseguiu criar sua família com dignidade e honradez, onde todos os filhos tiveram sucesso, tanto como mães e pais de família, tendo um desembargador e o outro governador do Estado”, lembrou Edvaldo.

“Ele nos deixa um vazio e uma sensação de perda, mas também nos deixa as lições de trabalho, esforço e dignidade que moldaram o caráter dessa família exemplar. Dizem que os filhos se miram nos pais e, tenho certeza, muito do que Marcelo Déda é, foi herdado de seu Manoel e dona Zilda. A dor da perda é grande, mas as referências deixadas são um grande acalanto”, concluiu o prefeito.

Homenagens

Diversas autoridades e personalidades registraram o seu pesar pelo falecimento de Manoel Celestino durante o velório. O deputado federal Laércio Oliveira ressaltou a referência como chefe de família e os exemplos de honestidade e trabalho deixados para a família e todos os sergipanos. “Esta é uma perda lamentável para os familiares e para todos aqueles que conviveram no cotidiano com ele. Mas estes também ficam com todas as lições de vida que são referências para o povo sergipano”, afirmou.

A presidente da Assembleia Legislativa, deputada Angélica Guimarães, também fez questão de apresentar sua solidariedade aos familiares do governador. “Em nome do Poder Legislativo, nós nos solidarizamos com o governador Marcelo Déda e toda sua família. Sabemos que o seu pai, senhor Manoel Celestino, cumpriu sua missão aqui na terra quando educou seus filhos e sendo um exemplo de cidadão para os sergipanos. Deixando as lições de honestidade e solidariedade, ele foi um servidor público competente e pai de família exemplar. Só nos resta deixar nossa solidariedade para toda a família para que, nesse momento de dor, possa se unir cada vez mais”, sentenciou a presidente.

Já o conselheiro do Tribunal de Contas, Reinaldo Moura, afirmou que “este é um momento de perda para todo o estado de Sergipe”. “Pelo passado do falecido e pelo conjunto de toda a sua família, que apresenta uma base sólida de seriedade e honestidade, principalmente no município de origem, Simão Dias, este é um momento lamentável”, registrou o presidente. “O motivo da nossa presença aqui é abraçar e confortar o governador e seus familiares por esse momento de dificuldade. Que ele tenha conforto e equilíbrio como sempre teve para enfrentar esse momento e, em seguida, retomar à sua vida normalmente diante das dificudades apresentadas em governar o Estado de Sergipe, pois a vida continua”.

“Tenho certeza que ele entenderá esse momento, como todo o povo de Sergipe entende o momento que ele passa hoje. Aqui estiveram personalidades e representações de toda a sociedade sergipana para abraçar e confortar o governador do Estado”, complementou Reinaldo Moura.

A presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargadora Suzana Carvalho Oliveira, também registrou suas condolências à família do governador. “Sergipe perde um cidadão de bem, um patriarca e um pai de família com cinco filhos realizados. Ele, lamentavelmente se foi, mas deixa um exemplo para todos nós”, disse.

De forma semelhante, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador José Alves Neto, também lamentou o fato. “Esta é uma grande perda para o governador, para o colega desembargador Cláudio Déda, e para todos os familiares. Ele foi um homem que prestou grandes serviços ao Estado, como um servidor público honrado e honesto, de quem todos receberam boas lições, tanto os que o conheciam como os que não conheciam, pois sempre deixou boas referências. Ele fará falta a todos nós”, sintetizou.

O vereador da capital, José Gozaga da Silva (Dr.Gonzaga), dentre diversos outros vereadores, também prestou sua solidariedade ao governador. “Este é um momento muito difícil para toda a família, quem já perdeu familiares sabe disso. Eu perdi, ao mesmo tempo, minha mulher, meu cunhado e meu pai na eleição passada. Sei exatamente o que o governador está sentindo e trago o meu abraço e toda a minha solidariedade para ele e toda a família”, registrou.

Manoel Celestino Chagas deixa a viúva, Zilda Déda, 85, cinco filhos e o legado de quem se dedicou à funçao de fiscal de tributos do Fisco estadual com afinco para criar sua família com dignidade.

Secretaria de Estado da Comunicação Social



“Meu velho, vá com Deus” despediu-se Marcelo Déda

O sepultamento aconteceu nesta terça-feira, 6, no cemitério Colina da Saudade

“Ninguém na terra fez por mim o que ele fez. Manoel Celestino era um homem simples e mesmo assim criou cinco filhos com muito orgulho sem faltar comida, sem faltar livro para estudar e sem atrasar uma prestação, algo que ele tinha muito orgulho. Nos amou, com um amor que só compreendemos quando vamos crescendo. Era um amor simples e sem complicação”, disse o governador Marcelo Déda, bastante emocionado, em discurso que comoveu aos presentes durante o sepultamento do seu pai.

“Não só os que têm cargo e poder que dão exemplos, os simples também dão. Muitas das autoridades têm uma pessoa simples em sua raiz. E meu pai era uma pessoa simples, mas criou seus filhos com muita dignidade”, comentou o governador no sepultamento do seu pai, Manoel Celestino Chagas, 86, que aconteceu nesta terça-feira, 6, no cemitério Colina da Saudade.

Depoimentos

Para o vice-governador Jackson Barreto (PMDB), Seu Manoel era um homem do bem. “Um pessoa boa, alegre e criou uma família com dignidade. É um orgulho para um pai ter um filho governador e outro desembargador. A nobreza de um homem está nas ações que ele faz e Seu Manoel só plantou o bem”, frisou.

O senador Eduardo Amorim (PSC) foi outro deixou uma mensagem de conforto para Marcelo Déda. “As palavras ficam pequenas diante da dor. Manoel Celestino deixou um legado a ser seguido, para mim ele foi um exemplo de vida. Ainda bem que ele existiu”, lamentou.

“O povo simãodiense teve uma grande perda. Manoel Celestino era amigo dos meus pais e dedicou a vida ao trabalho. Era do bem e deixará saudades a todos que o admiravam”, declarou o deputado federal, Valadares Filho (PSB).

O ex-presidente da Petrobras e ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), José Eduardo Dutra, veio do Rio de Janeiro para Aracaju para prestar as últimas homenagens a Manoel Chagas. “Sempre foi uma pessoa muito simpática e honesta. É um exemplo, um servidor público criar sua família e formar um Juiz de Direito e um governador. Sempre conversávamos sobre futebol, ele como um bom vascaíno e eu botafoguense”, ressaltou.

Para o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, Seu Manoel vai deixar uma saudade muito grande. “Um bom pai que teve a dignidade de criar muito bem seus filhos. Sempre tinha contato com ele devido a minha amizade com Déda e sei que era uma pessoa do bem. Agora estará em um bom lugar, junto a Deus”, lastimou o prefeito.

O líder da oposição, o deputado estadual Venâncio Fonsceca, lamentou a perda na vida do governador. “Manoel Celestino Chagas era um batalhador que deu cultura a seus filhos. Era um servidor público que deu tudo para seus filhos. Conseguiu formar um desembargador e um governador é exemplo de vida”, registrou o parlamentar.

Por Danilo Cardoso/Portal Infonet


Corpo do pai de Marcelo Déda é sepultado

O governador do estado preferiu não fazer declarações sobre a sua perda. Parentes, amigos, autoridades e personalidades estiveram no velório de Manoel Celestino Chagas.

Aracaju (6 set) – Sepultado na tarde desta terça-feira, 6 de setembro, o corpo do pai do governador do estado, Marcelo Déda. Manoel Celestino Chagas morreu na madrugada de hoje, aos 86 anos, após dois meses internado no hospital São Lucas, onde se recuperava das sequelas provocadas por uma queda ocorrida em sua própria residência, na capital.

Parentes, amigos, personalidades, autoridades e representantes da sociedade civil sergipana organizada estiveram no velatóriodo do Cemitério Colina da Saudade, bairro Santa Lúcia, para prestar a última homenagem a Manoel Chagas.

O vice-governador Jackson Barreto declarou o seu pesar pela perda de Marcelo Déda. “Morreu um homem bom, de bem, funcionário público competente que soube criar e educar muito bem os filhos. Um exemplo para famílias humildes, porque foi um pequeno servidor público que deu ao estado o seu governador, um desembargador [Claudio Dinart Déda Chagas] e duas excelentes advogadas. Um modelo a ser seguido para aqueles que por alguma razão se consideram pequenos”, disse Jackson Barreto.

Entre outras autoridades, esteve presente na cerimônia fúnebre a presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Isabel Nabuco, o secretário chefe da Casa Civil, Oliveira Júnior, o empresário Tarcísio Teixeira e o ex-presidente o PT, José Eduardo Dutra. O governador preferiu não dar declarações neste momento delicado para a família. O bispo auxiliar de Aracaju, Dom Henrique Soares da Costa, foi quem celebrou a missa em homenagem a Manoel Messias, no Colina da Saudade.

JornaldaCidade.Net
Wilma Anjos – Portal JC



Governador dá adeus ao pai, Manoel Celestino Chagas

Com a voz embargada, o governador Marcelo Déda (PT) empreendeu um emocionante discurso momentos antes do sepultamento do pai, o funcionário público Manoel Celestino Chagas, falecido nesta terça-feira, 6, aos 86 anos. A cerimônia ocorreu no cemitério Colina da Saudade e atraiu cerca de 500 pessoas, a maioria delas familiares, amigos, autoridades, políticos e empresários. Chagas faleceu em casa, onde se recuperava de uma queda ocorrida há quatro meses.

Déda falou sobre o pai logo depois da missa celebrada pelo arcebispo auxiliar da Arquidiocese de Aracaju, Dom Henrique. Ele relembrou a humildade e a dignidade com as quais Manoel Celestino conduziu a família. “Um homem simples, que criou cinco filhos sem faltar comida e livros para estudar. Amou a mulher e nos amou com um amor que só soubemos da intensidade quando crescemos”, lembra.

A mãe do governador, Zilda Déda Chagas, não estava presente na cerimônia, por que, segundo ele, não apresentava condições emocionais para tanto. Marcelo Déda ainda destacou que no início da carreira política, embora a contragosto, o pai lhe apoiou. “Ele não me reprimiu, mas não queria me dar dinheiro na minha primeira campanha. Eu pedia emprestado e quando ia pagar, ele rasgava o cheque”, relata.

Amigo do governador, o ex-presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, recluso há alguns meses, veio a Aracaju para cumprimentar Marcelo Déda e familiares. “Era mais que a minha obrigação. Tinha proximidade com Manoel Chagas pela amizade com Déda. Participar desse momento era de grande importância”, declara.

O ex-deputado federal e empresário Albano Franco (PSDB) esteve no velório desde a manhã e disse que, apesar de ter conhecido pouco o pai do governador, sabia da figura admirável que Manoel Chagas representava. “Todos nós lamentamos a perda do pai. Sei da dor que ele sente, pois perdi o meu em 2001. Vim aqui prestar minha solidariedade”, informa.

O vice-governador Jackson Barreto (PMDB) fez coro às palavras de Déda ao descrever o patriarca da família do chefe do Executivo estadual. “Conhecia-o muito. Foi uma figura muito alegre, muito feliz com a vida e, acima de tudo, vitorioso. Ele torcia muito pelo filho e sempre que podia, participava da vida política de Déda. Desde que ele se tornou governador, o pai sempre o procurava, para dar orientação, conselhos e sugestões”, acrescenta.

Manoel Celestino Chagas deixa a viúva, cinco filhos e além do governador é também pai do desembargador Cláudio Dinart Déda Chagas.

Foto: Cinform.com
Fonte: Cinform.com









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